Encontrei um artigo muito sucinto sobre a ansiedade dos investidores no mercado de ações. Como que a ganância pode induzí-lo ao erro. Saber controlar suas emoções é primordial na hora de saber parar.
Artigo de Carla Falcão e Olivia Alonso, do IG. Segue abaixo o artigo:
Cenário um: você investiu nas ações de uma determinada companhia e, em poucas semanas, a chamada sorte de principiante trouxe inesperados ganhos extraordinários. Diante de rendimentos tão atrativos, você hesita entre manter o investimento por mais tempo (e ganhar mais) ou vender as ações e embolsar o lucro antes que algo aconteça e o dinheiro evapore. Cenário dois: logo após comprar os papéis de uma empresa, as ações começaram a cair sistematicamente todos os dias. Em dúvida, você não sabe se vende logo tudo para evitar um prejuízo maior ou se espera alguma possível recuperação.
Investidor deve aprender a controlar ansiedade em momentos de crise
Seja ganhando ou perdendo mais do que o esperado, o investidor iniciante descobre rápido que controlar o estado emocional é um dos maiores desafios de quem aposta na bolsa de valores. “Aprender a lidar com a ansiedade é imprescindível para quem quer investir em renda variável, até porque o próprio nome do investimento já diz: a renda pode variar”, afirma o investidor e autor do livro "Os Supersinais da Análise Técnica", Carlos Martins.
Consultores e analistas aconselham os investidores a controlar não apenas a ansiedade, mas também a ganância. Sobretudo, quando o retorno é rápido e alto. Sem disciplina e foco, a pessoa fica tentada a vender tudo que tem e aplicar na Bolsa quando se depara com a primeira valorização significativa dos papéis nos quais apostou. A ganância, diz Martins, leva o investidor a fazer operações cada vez mais arriscadas na tentativa de multiplicar o capital inicial.
“Existe uma diferença entre rentabilizar e multiplicar o capital investido. Bolsa não é cassino ou loteria, em que você aposta um real e ganha um milhão. Os lucros estarão de acordo com os valores investidos. Não existe milagre”, afirma.
Gerente de renda variável da corretora TOV, Pedro Alceu Cardoso é objetivo ao falar sobre as alternativas de realizar lucros e prejuízos ou de manter a posição de investimento a despeito das oscilações do mercado. “Quem sabe do seu dinheiro é você mesmo”.
Ele acredita que, apesar de os analistas reforçarem que as apostas em ações devem ser feitas tendo-se em vista um horizonte de longo prazo, os investidores não precisam ficar presos a esse conceito. “Se os ganhos foram expressivos, vale vender algumas ações e realizar parte dos lucros. Os recursos podem ser aplicados em renda fixa ou até mesmo serem utilizados na compra de outros papéis da bolsa. Afinal, o lucro só é real quando se vende a ação”, diz.
Profissional analisa o funcionamento do organismo humano e é responsável pela elaboração de dietas personalizadas.
Por Rômulo Martins
Nutricionista é o profissional da saúde e bem-estar que garante uma melhor qualidade de vida aos clientes por meio da alimentação. Segundo Priscila Garcia Serpa, nutricionista do EMEX, centro de nutrição orientada localizado em São Paulo, a busca por uma vida saudável e os controles rígidos de qualidade nos estabelecimentos comerciais deram visibilidade ao profissional da área de Nutrição.
A abertura de novos campos de atuação obrigou os nutricionistas, que passam quatro anos na universidade, a correr atrás de mais conhecimento. No vídeo abaixo, Priscila fala sobre a importância da formação universitária, dá dicas para quem está estudando, fala sobre áreas de atuação e principais responsabilidades do nutricionista, necessidade da atualização constante e salário.
Importância da formação universitária
É importante porque o estudante vai aprender o todo do nosso organismo; conhecer bastante sobre bioquímica, metabolismo… para conseguir, no futuro, atuar com uma dieta mais personalizada, dentro da realidade.
Dicas para quem está estudando
Aproveitar ao máximo o conteúdo da faculdade, mas não se basear só na aula, buscar além: ler bastante, aprofundar o conhecimento… nos estágios finais, do último ano do curso, aproveitar ao máximo para identificar qual área seguir. É nessa fase que o estudante vai identificar o que mais gosta, o que não gosta.
Áreas de atuação
A gente viu uma demanda muito grande de cursos na área, não só de graduação, mas de pós-graduação, o que está sendo muito bom para nós, nutricionistas. O reconhecimento para o futuro profissional está sendo maravilhoso, está aumentando o número de nutricionistas no mercado e, ao mesmo tempo, as áreas de atuação estão expandindo. Temos hoje nutricionistas nas academias, clubes, restaurantes industriais, cantinas, padarias, supermercados, clínicas – não só as individuais, mas com endocrinologistas, dermatologistas, estéticas, e os centros que combinam um pouco de tudo.
Principais responsabilidades
O que é saudável para uma pessoa pode não ser para outra. É importante verificar quais são as necessidades, a carência de nutrientes da pessoa ou o excesso de consumo, verificar a taxa metabólica basal (quanto o nosso corpo gasta em repouso; isso vai fazer diferença na hora de elaborar o cardápio, já que nos baseamos no valor calórico para montar um plano alimentar). Existem metabolismos mais rápidos, outros mais devagar.
Atualização profissional
É importante estar atualizado sempre. A cada dia surgem novos ambientes, nutrientes, doenças… a gente tem de buscar conhecimento.
Salário
Por conta das diversas opções na área de Nutrição é difícil medir quanto pode chegar o salário. Vai depender do profissional, da força de vontade. O piso salarial inicial gira em torno de R$ 1,5 mil.
Recentemente foi lançado nos EUA o novo livro de Burton Malkiel, autor do best-seller "A Random Walk Down Wall Street", publicado nos anos 70.
Alguns trechos deste novo livro de Malkiel, chamado de "The Elements of Investing", foram publicadoa na Money Magazine, que é um periódico pertencente a CNN.
"A conclusão aparente é que a melhor tentativa de bater o mercado é, na visão dos autores, “ganhar não perdendo”. Ou seja, combatendo desvios comuns de comportamento e estratégia que acabam pesando sobre os resultados do investidor.
No saldo dos “seis principais erros de investimento” retirados do livro pela Money Magazine, nota-se grande participação de objetos de estudo das finanças comportamentais, sugerindo que a abordagem, para muitos alternativa, é tratada pelos autores como complementar à hipótese de racionalidade dos mercados." Disse Roberto Althenhofen Pires Pereira, da InfoMoney.
A seguir resumiremos esses 6 erros do investidor, segundo o livro de Maikiel:
1) Overconfidence
“Nos anos recentes, um grupo de psicólogos e financistas criou o importante campo das finanças comportamentais. Sua pesquisa mostra que não somos sempre racionais. Tendemos ao excesso de confiança. Se conseguimos um investimento de sucesso, confundimos sorte com habilidade”.
Overconfidence, assim como casos de aversão mais extrema ao risco, são as situações em que o contexto acaba deturpando a percepção individual. Geralmente, cada investidor responde de diferentes maneiras quando exposto à possibilidade de lucro ou à ameaça de perda. Grosso modo, a tendência é dos movimentos de alta tornarem o indivíduo confiante demais, enquanto os momentos de baixa geralmente acarretam em cautela exacerbada.
Para errar menos
Os autores recorrem à estratégia “prudente” do buy and hold – de comprar e segurar visando retornos de longo prazo – com um portfólio diversificado. Como argumento, utilizam o tênis amador: em partidas que envolvem dois praticantes não-profissionais, geralmente aquele que apenas devolve a bola tende a ganhar, uma vez que o jogador que tenta jogadas elaboradas por diversas vezes corre muito mais risco e costuma errar bem mais.
2) Efeito Manada
“As pessoas sentem segurança em números”. Recorrendo ao tópico anterior, os momentos de maior confiança do mercado acabam fomentando euforia. Neste contexto, os autores citam casos de um “investimento da moda”, aquele que está em evidência no momento. Este tipo de investimento inevitavelmente costuma obter sucesso à primeira vista, porque faz parte do caráter do ser humano se sentir mais confortável seguindo as decisões de um grupo, o que aumenta a procura pelo ativo em evidência.
Fora da realidade dos mercados, um bom exemplo são os protestos ou mesmo as torcidas de futebol. Sem companhia, é difícil encontrar um indivíduo disposto a sair pintado pela rua, ou com megafone defendendo algum ideal. Como também é difícil encontrar alguém, sozinho, vestido completamente com trajes de seu time cantando alto pela rua ou na frente de um estádio. No entanto, quando aglomerados, os indivíduos costumam perder a vergonha em fazer este tipo de coisa; se sentem confortáveis a seguir o que um grupo de pessoas está fazendo.
Traços comportamentais como este são evidentes no movimento dos mercados, em que é mais difícil para um investidor ir contra a corrente. O fluxo elevado em alguma direção também é argumento para seguí-la. No entanto, quando potencializados, estes movimentos costumam acarretar exageros, desvios de precificação que podem culminar na formação de bolhas.
Para errar menos
“Não são os preços de hoje e nem os preços daqui a um ano que importam; é o preço que você consegue no momento que você vende. Para alguns investidores, este momento é na aposentadoria. Não deixe as multidões te enganarem pela exuberância ou pela agonia. Lembre do velho conselho, ‘isto tudo deve passar’”.
3) Timing de Mercado
Ter o timing exato do mercado costuma fazer grande diferença nos investimentos. No entanto, a tentativa de adivinhar picos e fundos do poço costuma ser viesada. Ou seja, características como as citadas nos dois tópicos anteriores acabam penalizando o investidor que tenta projetar o momento certo de entrada e saída em uma ação ou na bolsa como um todo.
Isto porque o excesso de confiança, por exemplo, pode alimentar desvios de precificação e estender alguma tendência de alta. Ou então uma situação de manada abreviar um movimento ascendente pelo estouro de uma bolha, e assim por diante. No livro, Ellis e Malkiel citam que um investidor buy and holder ganhou em média 9,6% ao ano. No entanto, as estimativas costumam pegar um momento aleatório de tempo (no caso, o começo e o fim do ano).
Segundo estudos apresentados no livro, a busca pelo timing exato de mercado acaba deturpando em 2 pontos percentuais, no mínimo, a média deste retornos. Isto porque as entradas costumam ser observadas com maior frequência próximas dos topos, enquanto as saídas de capital se revelam em maior ocorrência em períodos próximos dos fundos.
Para errar menos
Outro argumento utilizado pelos autores em prol da estratégia de buy and hold.
4) Acreditar que tem mais controle do que realmente tem
O caso de overconfidence evidencia o excesso de otimismo que as tendências de alta acabam alimentando. Há também os casos de excesso de confiança no julgamento, em que o investidor acredita que não há ninguém melhor do que ele mesmo para administrar determinada situação.
“Isto pode levar o investidor a supervalorizar (ou se apegar a) uma ação de seu portfólio. Também pode levá-lo a imaginar uma tendência que não existe ou que pode identificar um padrão em um gráfico e prever o movimento futuro.”
Qualquer padrão de comportamento é questionado pelos autores, que utilizam o tradicional rali de final de ano das ações como argumento. Historicamente, as bolsas apresentam maior fôlego nas viradas de ano, seja pela busca dos gestores para melhorar a rentabilidade de seus portfólios, por um sentimento de maior otimismo, ou por ser um período que costuma movimentar mais dinheiro na economia (no caso brasileiro, pelo pagamento do décimo terceiro salário, por exemplo).
Para errar menos
No entanto, Malkiel e Ellis argumentam que “qualquer padrão aparente no mercado não deve durar enquanto tiver gente que tentará explorá-lo”. Assim, se a tendência é de rali a partir do Natal, os investidores tentarão entrar um pouco antes para se aproveitar dele. No ano seguinte, a tentativa é de um grande número de participantes antecipar um pouco mais estes dois dias, e assim por diante. Neste caso, a tendência é do padrão de comportamento se espalhar, ser cada vez mais antecipado, e se dissipar com o tempo.
5) Custos muito Altos
Neste tópico, a ideia levantada pelos autores é bem simples. Como a mídia passa o ano inteiro fazendo levantamentos e premiações para “o” gestor, ou aquele que obteve os melhores rendimentos em determinado período, a tendência é de ele cobrar mais para administrar seu portfólio após resultados acima da média.
Sendo assim, se hipoteticamente ele obteve um retorno 3 pontos percentuais acima da média de seus concorrentes e passa a cobrar taxa de administração de 5% ao ano, enquanto os outros cobram por volta de 2,5%, sempre há que se ponderar esta diferença. E ainda, performance passada não é garantia de desempenho futuro.
Para errar menos
O livro recomenda algo sempre defendido pelo chefe de Malkiel no Vanguard Group, John Bogle: Não passe uma vida pesquisando qual fundo ‘daquele’ gestor. Compre um de baixo custo.
6) Confiar nos Corretores
“O verdadeiro trabalho de um corretor de ações não é ganhar dinheiro para você, mas ganhar dinheiro com você”.
Para errar menos
“Não pule de ação em ação ou de fundo em fundo como se estivesse escolhendo e descartando cartas em um jogo. Você estará impulsionando seus gastos com comissão.”
Empresas de marketing e rede geram muita polêmica no Brasil. Mas isso se deve mais a desinformação do brasileiro do que propriamente ser um mal negócio. Pelo contrário, abrir um negócio de vendas diretas ou marketing de rede é uma excelente fonte de lucro e aprendizado empresarial. Mas para isso você precisa escolher se conectar a uma empresa séria, de grande porte, com um excelente programa de treinamento e, não menos importante, um excelente plano de marketing e remuneração.
Se você se interessa por este mercado mais não sabe em qual empresa confiar, nós preparamos uma tabela comparativa entre as 3 maiores empresas e marketing e rede atuantes no Brasil. Confira:
EMPRESA
AMWAY
FOREVER
HERBALIFE
PRESENÇA INTERNACIONAL
50 Países
150 Países
60 Países
SEDE PROPRIA NO BRASIL
1
3
0
FILIAIS NO BRASIL
8
19
1
TEMPO NO MERCADO
Desde 1959
Desde 1978
Desde 1980
TEMPO NO BRASIL
Desde 1991 (Original). Desde 2010 (Nova)
Desde 1996
Desde 1996
FATURAMENTO
(ano de 2009)
Mundial – U$ 6,2 Bilhões
Mundial – U$ 2,9 Bilhões
Brasil – R$ 145 Milhões
Mundial – U$ 2,1 Bilhões
Brasil – R$ 370 Milhões
PRODUTOS
Nutrição, Saúde e Beleza
Nutrição, Saúde, Limpeza e Beleza
Nutrição, Saúde e Beleza
VALOR PARA INICIAR
R$ 120,00 p/ compra de um kit de negócios (alguns folhetos e amostras de produtos)
Mínimo de R$132,00 de compra de produtos (qualquer produto a escolha do iniciante)
R$ 120,00 p/ compra de um kit de decisão (1 convite do evento STS) + R$ 400 em produtos
POLÍTICA DE CRÉDITO
Empréstimo de 30 dias no valor de R$ 500 para o iniciante
Aceita todos os cartões de crédito e divide em 3X sem juros no Hipercard
Aceita cartões de crédito
ATIVIDADE MENSAL MINIMA
R$400,00 em todos os níveis
A partir de Supervisor, 4CCs (cerca de R$ 1.600,00), sendo que 3CCs podem ser de novos distribuidores. Até Diamante, onde esta atividade é extinta.
A partir de Supervisor, R$ 2.500 P.V (cerca de R$ 6.000,00). Atividade variada e progressiva de acordo com o nível
QUALIFICAÇÃO
Mensal até 21% e Semestral para bônus de liderança (só começa a ganhar o bônus do nível depois de ficar 6 meses no nível)
Mensal e tem 2 meses consecutivos para acumular pontos (sendo que o último sempre conta como 1º para o próximo nível)
Mensal até Supervisor e Trimestral para bônus liderança (só começa a ganhar o bônus do nível depois de ficar 3 meses no nível)
REQUALIFICAÇÃO
Mensal
Não existe, porque nunca mais o distribuidor perde a quaificação conquistada
Mensal e anual (com risco de perder a rede na não requalificação anual)
LUCRO NA VENDA PARA INICIANTES
43%
43%
25%
BÔNUS
Pago sobre o VN Valor abaixo do preço de compra do produto
Pago sobre o valor de preço da tabela de preço sugerido para revenda do produto
Pago sobre o valor de preço de revenda do produto menos impostos
SISTEMA DE TREINAMENTO
Ferramentas e Eventos da Empresa
Ferramentas preparadas pela empresa e eventos como de distribuidores supervisionados pela empresa
Ferramentas e Eventos preparados pelos distribuidores
Semana passada foi publicada uma carta de Warren Buffett aos acionistas da Berkshire Hathaway onde o mega investidor aconselhava às pessoas a não se endividarem. E citou um ensinamento que aprendeu com o seu próprio avô.
Na verdade esse conselho é bem batido, mas as pessoas nunca o seguem. Quer prova maior do que a crise do sub-prime nos EUA em 2008? Aquilo nada mais foi do que um endividamento insano dos americanos dentro do setor imobiliário. E trouxe muitos problemas para toda a economia do planeta.
Mas voltando ao Buffet e à sua carta. Nela Buffet incluiu uma carta do seu avô datilografada a um dos seus tios (de Warren). Ele aconselhava ao Fred (o tio) a guardar num envelope a quantia 200 dolares por ano para emergências. Ele disse que conhecia muitas pessoas que sofreram por não dispor de uma reserva financeira disponível para resolver algum problema ou agarrar alguma oportunidade.
Mas voce pode estar se perguntando: Mas eu poderia estar ganhando juros sobre esse capital se o investisse. Esqueça. Esse dinheiro não é um investimento. É um fundo de reserva. Segundo o próprio Buffet, a satisfação mental de tere 1.000 dólares disponíveis na mão vale qualquer juros que esse dinheiro pode te trazer.
E abaixo reproduzo, nas próprias e sábias palavras de Warren Buffett, a relação entre dívida e riqueza:
“Inquestionavelmente, algumas pessoas ficaram muito ricas com o uso de dinheiro emprestado. No entanto, esse também é o caminho para se ficar muito pobre. Quando o endividamento funciona, engrandece seus ganhos… e seus vizinhos o invejam. Mas o endividamento vicia. Assim como aprendemos no terceiro ano – e alguns aprenderam em 2008 – toda série de números positivos, por mais impressionantes que sejam, evapora quando multiplicada por um simples zero. A história nos conta que o endividamento também produz zeros, até mesmo quando empregado por pessoas muito inteligentes.”
Renda Dinheiro é um site criado em novembro de 2009 com o intuito de trazer informações e oportunidades sobre investimentos, controle financeiro e dicas de negócios.