Docente da USP fala sobre o curso de Medicina Veterinária e o mercado de trabalho para quem quer atuar na área.

Por Rômulo Martins

Fonte:Empregos.com.br

 

Profissão Médico Veterinário

Não basta gostar de animais. Para ser um bom médico veterinário e se destacar no mercado de trabalho é fundamental “ter o desejo de criar ou tratar os animais”, afirma o professor doutor Enrico Lippi Ortolani, da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP.

 

São cinco anos de curso, incluindo os estágios que, segundo Ortolani, são essenciais. Na universidade, o professor conta que o estudante aprende como é a anatomia e a fisiologia dos animais. “Depois o aluno entra em um segmento mais aplicado, voltado à criação, ao manejo e à reprodução dos animais.”

 

 

 

Assista ao vídeo sobre a profissão Médico Veterinário


Se interessou pela profissão? Veja as vagas de emprego nesta área.

 

O estudante de veterinária aprende ainda quais são as doenças que afetam os bichos e como podem ser prevenidas ou tratadas.

 

Primeiro emprego
Para o professor Enrico Ortolani, a conquista do primeiro emprego na área de Medicina Veterinária está ligada a uma boa formação e à rede de contatos do recém-formado com profissionais do ramo. “No decorrer do curso é fundamental fazer estágios, conhecer as empresas, e checar se o que você quer fazer é o que vai te dar prazer e satisfação profissional”, ressalta o professor.

 

Empregabilidade
Ortolani destaca a importância da atualização constante. As opções de curso, de acordo com o professor, vão depender do objetivo de carreira do profissional. Um programa de residência pode ser uma experiência valiosa, mas se o intuito é atuar como gestor um MBA também é indicado. Para quem deseja aprimorar-se em um ramo da Medicina Veterinária a alternativa é o curso de especialização.

 

Mercado de trabalho
Como em quase todas as áreas, o mercado de trabalho para os veterinários é promissor em alguns ramos, saturado em outros. No campo dos animais silvestres, no qual o profissional pode trabalhar em zoológicos, existe dificuldade em uma colocação devido às poucas oportunidades oferecidas.

 

Igualmente reduzida, a área de animais de estimação exige do profissional um diferencial. Geralmente, quem possui especialização na área costuma se destacar. “Outro campo que começa a congestionar é o de equinos. O número de especialistas está aumentando”, aponta Ortolani.

 

A dica do professor é voltar o olhar para a área de produção de animais. Segundo ele, faltam profissionais no ramo, o que aumenta as chances de emprego. “O Brasil é o maior exportador de carne de frango e bovina. Há oportunidades em empresas agropecuárias, empresas de medicamento, centros de planejamento e consultoria de fazendas e frigoríficos.”

 

Salário
Ortolani informa que o salário inicial do médico veterinário varia de R$ 2,5 mil a R$ 3,5 mil. As empresas de medicamento pagam mais: em torno de R$ 5 mil a R$ 6 mil.
 

Saiba mais sobre outras profissões:









Conheça as características mais valorizadas pelas companhias e aumente as suas chances de conseguir um estágio.

Por Rômulo Martins

Fonte:Empregos.com.br

 

Qual perfil de estagiário as empresas procuram?

Ingressar em um bom programa de estágio é o sonho de muitos jovens que desejam adquirir bagagem prática, valorizar o currículo ou, até mesmo, iniciar a carreira na empresa ao fim da temporada de estágio. Mas será que você é o estagiário que as companhias buscam? Para responder a pergunta o Empregos.com.br falou com três profissionais que trabalham com o público jovem.

 

Segundo Roberta Cesar, gerente de projetos da Cia de Talentos, grosso modo as organizações buscam estudantes aplicados, que saibam utilizar suas experiências a favor da empresa e corram atrás do próprio desenvolvimento profissional. “Ou seja, que utilize a faculdade como um recurso para o trabalho”. Portanto, levar as ideias aprendidas na universidade para a empresa, ser curioso e ajudar a resolver os problemas do dia a dia são atitudes apreciadas em um estagiário, ressalta Roberta.

 

As empresas procuram ainda estagiários que estejam dispostos a aprender, tenham ambição profissional, sejam flexíveis e demonstrem comprometimento. Outras qualidades importantes são a autonomia e a capacidade de comunicação. “O estagiário poderá deparar-se com situações que ele não entende, mas deverá saber agir”, avisa o professor Ronaldo Barbosa, diretor adjunto de desenvolvimento educacional da Anhanguera.

 

Conforme Patrícia Teixeira, psicóloga e analista de carreiras da Veris Faculdades, espírito de equipe, não resistência a mudanças, proatividade e formação consistente são algumas das principais características esperadas em um estagiário. “Quanto mais o candidato tiver a oferecer, melhor. As empresas buscam candidatos que tenham diferenciais.”

 

Outros fatores relevantes
Estar informado sobre notícias do Brasil e do mundo pode não ser pré-requisito para participar de um processo seletivo de estagiários, mas certamente é um diferencial, afirmam os especialistas ouvidos pelo Empregos.com.br. “Pessoas com boa cultura geral normalmente sabem ler e escrever melhor e têm mais senso crítico para saber o que dizer e como se comportar”, sublinha Ronaldo Barbosa, da Anhanguera.

 

Além disso, a informação proporciona visão de mercado. “O aluno informado sabe quais são as projeções de futuro em sua área, e o que pode influenciar sua carreira”, diz Patrícia Teixeira, da Veris Faculdades. “Informado, ele (estagiário) consegue falar com mais propriedade sobre os negócios da empresa”, aponta Roberta Cesar, da Cia de Talentos.

 

A vivência internacional também é bastante valorizada pelas empresas que, em muitos casos, exigem do aspirante a estagiário o domínio de uma língua estrangeira. A experiência, no entanto, deve estar atrelada ao desenvolvimento profissional do estudante universitário. “O intercâmbio proporciona o contato com outras culturas e a experiência no enfrentamento de situações novas”, destaca Ronaldo. 

 

“Os diferenciais são os tipos de experiências vivenciadas pelo estudante. Por isso é fundamental correr atrás do próprio desenvolvimento, envolvendo-se em empresas juniores, projetos de iniciação científica, prestando serviço em uma entidade, aprendendo uma nova língua”, resume Roberta. Vale lembrar que o domínio do português é item eliminatório em um processo de seleção para estagiários.

 

Dicas
Para quem deseja ingressar em um programa de estágio a dica número um é definir os objetivos de carreira, conhecer as próprias potencialidades e pontos a desenvolver. Feito isso é hora de pesquisar sobre a empresa em que aspira estagiar.

 

Segundo Patrícia, o candidato precisa identificar-se com a cultura da empresa, verificar se ela oferece plano de carreira, se a vaga é compatível com a área de estudo ou irá agregar valor ao conhecimento dele. No processo seletivo é fundamental apresentar-se com segurança, “tomar cuidado com a postura, vestimenta, prestar atenção nas instruções e mostrar interesse pela vaga.”

 

Durante o estágio, a orientação é ouvir muito e ter bastante paciência para aprender. “É fundamental mostrar aplicação e comprometimento em todas as tarefas que surgirem, das mais simples até as mais complexas, e nunca falar mal da empresa ou das pessoas”, recomenda Ronaldo.

 

Roberta ressalta a importância de entender a hierarquia da empresa antes de expor ideias ou propor mudanças. “Algumas organizações são bem abertas às sugestões. Outras são mais rígidas, e o processo de mudança mais lento. É importante saber até onde você pode ir.”

Matérias relacionadas:
Estudante universitário – deixar emprego para encarar estágio?
10 dicas para o primeiro dia no estágio
O que as empresas querem dos jovens









Especialista em orientação vocacional ensina como identificar a área mais adequada ao seu perfil.

Por Rômulo Martins

Fonte: Empregos.com.br

 

Poucos meses para o fim do ensino médio e aumenta a angústia dos jovens que precisam escolher a profissão. Os mais espertos adiam a decisão, mas não por muito tempo. A pressão dos pais os força a matricular-se em um curso técnico ou universitário que, em muitos casos, nada tem a ver com a missão pessoal do estudante.

 

“Muitos escolhem a profissão por influência da família e dos amigos”, disse Idamar Carpinelli, especialista em orientação vocacional, na Feira do Estudante realizada recentemente em São Paulo pelo Centro de Integração Empresa-Escola. Segundo a orientadora, fatores psicológicos e sociais também pesam na escolha da profissão.

 

“Alguns se perguntam: será que terei de estudar muito? Outros desistem de determinada profissão por falta de condições financeiras para investir no curso ou pela distância entre a instituição de ensino e sua casa.

 

” Segundo Idamar, o autoconhecimento é o primeiro passo para a tomada de decisão. “O jovem deve avaliar o que realmente gosta de fazer”, diz. “Deve ainda observar em quais atividades se destaca e o ambiente que gostaria de trabalhar.”

 

Feito isso, é preciso avaliar o mercado de trabalho, as vagas de emprego e se as oportunidades se encaixam ao seu perfil. Nada de fazer escolhas baseadas apenas no retorno financeiro ou porque a profissão dá status. “Para fazer a diferença é necessário gostar do que faz. O dinheiro é consequência”, avisa Idamar.

 

Empregabilidade

Passada a difícil fase da escolha da profissão o desafio é encarar a competitividade do mercado de trabalho. A orientadora vocacional Idamar Carpinelli ensina que o profissional deve investir constantemente nas competências técnicas e comportamentais. “Com a evolução tecnológica e as terceirizações houve uma redução em massa dos postos de trabalho. A competição aumentou. Muitos profissionais precisaram reavaliar a carreira.”

 

Segundo Idamar, buscar informações atuais relativas à carreira escolhida e saber vender as competências valorizadas pelo mercado são obrigações do profissional hoje.

 

Em alta

Idamar ressalta que o mercado está à procura de técnicos. Os eventos esportivos de nível mundial a serem realizados no Brasil – Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas Rio 2016 – demandam grande número de profissionais nas áreas de Engenharia Civil, Turismo e Hotelaria. Outro setor em destaque é o da indústria petrolífera e de gás, por conta da descoberta da camada pré-sal.

 

A área de Tecnologia da Informação também oferece grandes oportunidades, mas exige forte investimento em formação. Atividades voltadas ao público idoso, como a Gerontologia (profissional que estuda os fenômenos do envelhecimento humano), de acordo com consultores de carreira, tendem a crescer com o aumento da população idosa no Brasil.

 

Aproveite e saiba mais sobre algumas profissões:

• Operador de Call Center

• Engenheiro Civil

• Secretariado Executivo









Coach executiva dá dicas aos profissionais que desejam ampliar seus ganhos no trabalho.

Por Rômulo Martins

Fonte: www.empregos.com.br

Qual é a hora certa para pedir aumento de salário?

O universo corporativo conspira a favor daqueles que pleiteiam maiores rendimentos. É o que aponta uma pesquisa realizada pela consultoria norte-americana Grant Thornton. Segundo o levantamento 85% dos empresários brasileiros pretendem aumentar o salário dos seus colaboradores este ano.

 

Conforme Daniela do Lago, coach executiva e professora dos cursos de MBA da Fundação Getúlio Vargas, o profissional deve batalhar por ganhos mais altos. “Para isso é fundamental que você faça mais.”

 

 

Assista o vídeo sobre aumento de salário!

 

Fazer mais, explica Daniela, significa realizar além daquilo que foi acordado para você receber o salário atual. “Uma dica é responsabilizar-se por uma atividade que ninguém quer. Pode ser uma excelente oportunidade.” Quando os esforços começarem a dar frutos é o momento de conversar com o chefe.

 

Fatores a serem avaliados
Entretanto, antes de encarar o chefe para solicitar o tão esperado aumento salarial é necessário avaliar o humor dele e o clima na empresa. “Final de mês, geralmente período de entrega de metas, não é o momento adequado para a ocasião”, avisa a coach Daniela do Lago. A recomendação é marcar um horário em que o chefe está menos atarefado.

 

Outro aspecto a ser analisado é o faturamento da organização. “Se a empresa vai mal das pernas é preciso reavaliar o momento exato para pedir aumento”, diz Daniela. Ela ressalta que é necessário também prestar atenção na política de aumento de salário da organização. “Algumas empresas demoram seis, oito meses até um ano para conceder aumento.”

 

Cara a cara com o chefe
Segundo Daniela, o profissional deve ser objetivo ao pedir aumento salarial. Primeiramente, deve apresentar as atividades que realiza e os resultados alcançados. Com os argumentos em mãos é hora de pedir aumento. “O máximo que o seu chefe vai dizer é não.”

 

Nesse momento, afirma a coach, você deve partir para a negociação. A orientação é questionar o que ainda precisa ser feito e em quanto tempo para ter direito a rendimentos maiores. Daniela ressalta que caso o chefe se mostre inflexível – mesmo quando os resultados alcançados por você forem comprovados – a alternativa é “aquecer o currículo no mercado”.  

 

Matéria relacionada: Quer ganhar mais?







Currículo alinhado à Vaga



Dar destaque às experiências exigidas pela empresa facilita a seleção do CV e aumenta suas chances de ser chamado para a entrevista.

 

Por Rômulo Martins

Currículo alinhado á vaga

A triagem de currículos é a primeira etapa do processo de seleção. É a fase em que o recrutador tem de escolher dezenas de candidatos, dentre centenas de documentos recebidos. E esta escolha, muitas vezes, é feita em curto espaço de tempo.

 

Para despertar a atenção e convencer o selecionador a chamar você para uma entrevista de emprego ou participar das outras etapas do processo seletivo é preciso, portanto, saber o que ele quer e precisa. E, consequentemente, transferir as informações para o currículo. 

 

“O currículo deve ser adaptado para enfatizar que o profissional atende aos requisitos da vaga”, diz Tais Targa, manager partner da TTarga Consulting e especialista do site Empregos.com.br. Segundo a consultora, alinhar o documento aos requisitos da vaga facilita o trabalho do selecionador que, de cara, saberá para qual posição vai direcionar o CV.

 

“Se um dos requisitos, por exemplo, é experiência em contas a pagar e receber, o profissional deve dar maior destaque às atividades que executou nesta área”, explica.

 

Marcelo Braga, sócio da Search Consultoria em RH, concorda que o candidato deve destacar determinados aspectos do currículo para obter mais chances de ser chamado para uma entrevista. Ele pondera, no entanto, que o documento deve refletir fielmente o histórico profissional do aspirante ao cargo.

 

“O candidato jamais deve forjar o currículo para mostrar que é a pessoa adequada para ocupar a vaga,” adverte Braga. Conforme Tais, é desnecessário responder a anúncios de emprego sem preencher os requisitos exigidos. “Agindo assim, o candidato apenas gera ‘spam’ e lota a caixa postal alheia. É de bom tom responder aos anúncios em que você preenche ao menos 70% dos requisitos.”

 

Foco
A consultora Tais Targa recomenda ainda utilizar a nomenclatura exata no objetivo profissional ao responder a um anúncio. Nos casos em que o envio do currículo não diz respeito a um anúncio específico a orientação é usar palavras-chave e correlatas. Exemplo: Atuar na área Comercial/Vendas/Marketing.

 

Marcelo Braga aconselha também informar apenas os cursos relevantes para a sua carreira. “Não encha o currículo de cursos ou viagens realizadas por razões pessoais.” Segundo ele, o documento deve ser objetivo e sucinto, com no máximo duas páginas, e precisa refletir as experiências e resultados alcançados pelo profissional ao longo de sua trajetória.







Páginas: Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 ...26 27 28 Próxima
 
 

É Útil para Você?

Sobre Nós

Renda Dinheiro é um site criado em novembro de 2009 com o intuito de trazer informações e oportunidades sobre investimentos, controle financeiro e dicas de negócios.