Mudança deve ocorrer quando esgotarem todas as possibilidades de resolver problemas, diz especialista.

Por Rômulo Martins

Fonte: Empregos.com.br

Qual é a hora certa para trocar de emprego?

Digamos que você esteja insatisfeito com o trabalho atual. A relação com o chefe não é boa, a remuneração é insuficiente e você não vê perspectiva de crescimento profissional onde está. Será que está na hora de mudar de emprego?

 

Segundo Elaine Saad, gerente-geral da Right Management Brasil, vice-presidente da diretoria executiva da Associação Brasileira de Recursos Humanos Nacional e especialista em Busca de Emprego do Empregos.com.br, todos os fatores devem ser levados em conta na busca por uma nova oportunidade no mercado de trabalho.

 

“O profissional deve buscar uma nova oportunidade quando esgotar todas as possibilidades de resolver as questões que o estão deixando insatisfeito dentro da organização.”

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Elaine pondera, no entanto, que não se deve mudar de emprego de forma rápida e sem planejamento, apenas como reação de algo ruim que ocorreu na empresa, como desentendimento com o chefe ou insatisfação com a remuneração atual.

“Mudar de emprego significa mudar de problema. Por isso é importante avaliar se o ambiente de trabalho é bom, se o relacionamento com o chefe é bom, e o que pode ser feito para salvar a situação que o deixa insatisfeito. Se for algo muito ruim e você não vir possibilidade de mudança é hora de buscar uma nova oportunidade.”

Planejamento
Ao decidir mudar de emprego é preciso se planejar. Segundo Elaine, o profissional deve entender quem ele é, avaliar o currículo, o que tem a oferecer ao mercado, como poderá ajudar outra organização. “É necessário ainda saber redigir um bom currículo, ter um projeto e um plano desenhado para essa busca.”

Na procura por uma nova oportunidade há que se tomar cuidado também para não prejudicar o emprego atual. Na opinião da especialista, seria ideal ser transparente com o chefe manifestando o desejo de buscar um novo desafio profissional. Mas se a sua relação com ele não é das melhores essa não é uma boa ideia.

“Se o chefe for capaz de compreender que o momento não é bom e você precisa buscar uma nova alternativa de carreira é válido contar. Mas para isso é preciso ter uma boa relação com o chefe. Se não for o caso contar pode ser prejudicial.”

Processo seletivo
Na entrevista de emprego descobrir por que o profissional está à procura de uma oportunidade está no rol das tarefas do recrutador. Segundo Elaine, a pergunta deve ser respondida com honestidade. “Os profissionais de recursos humanos estão absolutamente acostumados com insatisfações. E as organizações estão fazendo um grande esforço para reter talentos.”

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Elaine pondera, no entanto, que não se deve mudar de emprego de forma rápida e sem planejamento, apenas como reação de algo ruim que ocorreu na empresa, como desentendimento com o chefe ou insatisfação com a remuneração atual.

“Mudar de emprego significa mudar de problema. Por isso é importante avaliar se o ambiente de trabalho é bom, se o relacionamento com o chefe é bom, e o que pode ser feito para salvar a situação que o deixa insatisfeito. Se for algo muito ruim e você não vir possibilidade de mudança é hora de buscar uma nova oportunidade.”

Planejamento
Ao decidir mudar de emprego é preciso se planejar. Segundo Elaine, o profissional deve entender quem ele é, avaliar o currículo, o que tem a oferecer ao mercado, como poderá ajudar outra organização. “É necessário ainda saber redigir um bom currículo, ter um projeto e um plano desenhado para essa busca.”

Na procura por uma nova oportunidade há que se tomar cuidado também para não prejudicar o emprego atual. Na opinião da especialista, seria ideal ser transparente com o chefe manifestando o desejo de buscar um novo desafio profissional. Mas se a sua relação com ele não é das melhores essa não é uma boa ideia.

“Se o chefe for capaz de compreender que o momento não é bom e você precisa buscar uma nova alternativa de carreira é válido contar. Mas para isso é preciso ter uma boa relação com o chefe. Se não for o caso contar pode ser prejudicial.”

Processo seletivo
Na entrevista de emprego descobrir por que o profissional está à procura de uma oportunidade está no rol das tarefas do recrutador. Segundo Elaine, a pergunta deve ser respondida com honestidade. “Os profissionais de recursos humanos estão absolutamente acostumados com insatisfações. E as organizações estão fazendo um grande esforço para reter talentos.”

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mercado em baixa

Jornal Valor Econômico
Autor: Bruno Lembi
09/08/2011

 

Na avaliação da maioria dos investidores, a crise mundial se agravou sobremaneira nas últimas semanas e o fim do mundo se aproxima. Ao menos essa é a leitura de quem acompanha a oscilação dos principais índices de ações.

 

Neste momento, os investidores tendem a ficar absurdamente desconfortáveis, não perdem um noticiário sequer, ligam para os seus consultores. Buscam, enfim, algum conforto, alguma "palavra de salvação" diante do aparente "holocausto" que se avizinha.

 

Quando observo esses movimentos, sempre me pergunto por que as pessoas não conseguem seguir aquilo que estudam. Na bonança, repetem aos quatro cantos os preceitos de "comprar na baixa e vender na alta", mas não passam nem perto de colocar isso em prática durante a crise.

 

Por que não conseguem ver as realizações como grandes oportunidades? Por que ficam com medo? Medo de gastar metade para comprar a mesma quantidade de ações que, há poucas semanas, gastariam o dobro para comprar?

 

Ninguém ficaria com medo de comprar um carro zero avaliado em R$ 100 mil que foi colocado a venda por R$ 50 mil. Na verdade, se fizessem um negócio como esse provavelmente se vangloriariam. Por que não fazem o mesmo com as ações?

 

Talvez seja pelo fato de enxergarem a bolsa como uma espécie de cassino e não como um meio de se tornar efetivamente sócio de grandes empresas com excelentes históricos de sucesso.

 

Não fosse assim, por que as pessoas não se sentem angustiadas ao saber que o vizinho do andar de baixo vendeu seu apartamento 30% abaixo do seu valor de mercado? Por que, ao saberem de uma notícia como essa, não ligam para o seu corretor colocando o próprio imóvel à venda "antes que o mercado derreta"?

 

Exemplos como esses são simplistas, pueris, mas guardam muitas similaridades com as ações. Os movimentos são muito parecidos, mas têm efeitos completamente diferentes nas mentes das pessoas.

 

Meu envolvimento com o mercado de ações começou de forma mais efetiva em 1998. De lá pra cá, já vi e vivi muitas crises, e o movimento dos investidores foi sempre o mesmo. E foram muitas as crises: tigres asiáticos, Rússia, estouro da bolsa de tecnologia (Nasdaq), Argentina, subprime, zona do euro etc.

 

Sempre os mesmos movimentos de manada, sempre o mesmo desfecho. No meio do turbilhão, o mundo parece desabar e todos vendem as ações a qualquer preço. Depois, à medida que o mercado vai subindo e fazendo máxima atrás de máxima, as pessoas retornam ao mercado!

 

Nos momentos de alta, com o Ibovespa em recorde histórico, ninguém liga para o seu consultor, some o medo, não acham que a alta possa ser exagerada, que aquela empresa não vale o que estão pagando. E é nos momentos de euforia que me vêm as maiores dúvidas. Como é difícil vender. O papel está caro ou barato? Essa sim é uma análise complicada. Na bonança, os investidores ficam muito corajosos e o que é caro pode ficar ainda mais caro.

 

Por outro lado, momentos de pânico como o atual representam oportunidades excepcionais de investimento e aqui não tenho dúvida: ótimos negócios podem ser feitos! É muito mais fácil e confortável comprar um ativo que você conhece, analisou e sabe que está barato. Claro que esse ativo pode ficar ainda mais barato. Mas o desconforto de tê-lo em carteira durante esses movimentos de manada é nulo. Com o tempo o mercado sempre acerta essas assimetrias. As empresas têm valor. Os estoques, imóveis, maquinário, "know-how" não sumiram 30% de um dia para o outro só porque as ações despencaram.

 

Alguns investidores se perguntam o que fazer caso tenham comprado barato uma ação e, mesmo assim, o papel continue caindo por conta da crise. Aproveito esses movimentos para, gradativamente, aumentar minha exposição a ações.

 

Aliás, aqui cabe uma observação. Para continuar comprando o investidor precisa ser superavitário no seu orçamento. Isso significa que precisa gastar menos do que ganha. Essa é a premissa básica para enriquecer. Sem proceder dessa forma o investidor se vê de mãos atadas em momentos como este e não tem de onde tirar dinheiro para comprar barganhas. Não há mágica para quem não poupa e muito menos para quem gasta além do que recebe. Se algum leitor souber como ganhar dinheiro dessa forma, por favor, me escreva.

 

Por tudo isso, recordem-se do que leram e estudaram. Releiam os livros. Guardem artigos das crises passadas. Lembrem-se de que os movimentos se repetem e continuarão se repetindo no mundo capitalista. Não fiquem ansiosos, depressivos ou nervosos com os movimentos de baixa. Ao contrário, aproveitem-se deles! As grandes empresas do país estão em liquidação: preços com descontos de até 50%. Aproveitem que é por tempo limitado!









Entenda como identificar supostos atalhos para se dar bem no mercado de trabalho; segundo especialista, é preciso estar atento às competências exigidas pelas empresas.

Fonte: Empregos.com.br

Mercado de trabalho

 

Na semana passada, você acompanhou como um estudante deve escolher a profissão. Agora, o Empregos.com.br ajuda você a identificar os atalhos para se dar bem no mercado de trabalho. Gostar do que faz é um grande passo para ter sucesso profissional, mas não é tudo. Lettícia de Paula Diaz Rey, 23, é estudante do 4º ano de Arquitetura e Urbanismo na USP. Antes de prestar vestibular, pensou em cursar Artes, mas ficou com receio de não conseguir sobreviver apenas de arte. “Percebia que pessoas da área acabavam na sala de aula. Não era o que queria para mim. Escolhi um curso que também está ligado à criatividade.”

 

Segundo a psicóloga Maria da Conceição Uvaldo, coordenadora de serviços de orientação profissional da USP, entender a lógica do mercado de trabalho é fundamental na carreira, mas há que se tomar cuidado com informações enviesadas. Ela destaca, por exemplo, que a falta de profissionais de nível técnico no país não deve ser motivo de o jovem desistir dos cursos de graduação. “É preciso ponderar que apenas 17% da população brasileira têm nível superior.”

 

Maria da Conceição esteve na 5ª edição da Feira das Profissões da USP, que ocorreu no Centro de Práticas Esportivas da universidade durante os dias 4 e 6, em São Paulo. A orientadora profissional destaca que ainda que haja uma grande concentração de profissionais de nível superior em algumas regiões, faltam em outras. “É preciso avaliar em qual região você se encontra.”

 

No ABC Paulista (que compreende as cidades de Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul, na grande São Paulo), região onde estão localizadas grandes indústrias, por exemplo, quem faz curso técnico tem emprego garantido. “E a maior parte deles ganha bem”, aponta Maria da Conceição. “Mas o jovem não deve deixar de fazer graduação apenas por esse viés de mercado”, reforça.

 

Estágio
Para a orientadora profissional da USP, o jovem universitário não deve se basear apenas no que o professor diz em sala de aula sobre o mercado de trabalho. “É importante conhecer profissionais da área, participar de congressos e palestras que fujam do círculo acadêmico”.

 

universitários no mercado de trabalhoEla afirma que deixar de fazer estágio durante a faculdade nem sempre é um problema. “Um aluno de Engenharia que estuda em período integral não terá tempo de estagiar e, muitas vezes, a própria faculdade vai lhe proporcionar experiências práticas importantes.”

 

É o caso de Lettícia de Paula, que estuda Arquitetura e Urbanismo em período integral. Apesar da impossibilidade de estagiar, ela participa de projetos práticos desde o primeiro ano de faculdade. “Inclusive ganhei prêmios nos concursos dos quais participei dentro da universidade em parceria com empresas privadas.”

 

Por outro lado, em determinadas áreas fechar-se ao universo acadêmico é insuficiente. “Um estudante de Jornalismo de meio período, por exemplo, tem de correr atrás da experiência de estágio, pois faz parte da sua formação acadêmica”, diz Maria da Conceição.

 

Humildade e comunicação
Segundo a psicóloga, a grande reclamação em relação ao estagiário ou jovem recém-formado é a falta de humildade. “Em geral o jovem chega ao mercado de trabalho muito arrogante. Acha que sabe tudo, que os mais velhos nada sabem e são acomodados”. Para ela, essa postura só prejudica. “Seja humilde e tente aprender com as pessoas que estão no mercado há mais tempo. Tenha paciência, inclusive, com os erros desses profissionais. Isso pode ajudar você a alavancar a carreira.”

 

A orientadora diz ainda que grande parte dos jovens é carente da competência da comunicação, uma das mais valorizadas pelas empresas. “O jovem não consegue expressar o que sabe e o que pensa; tem dificuldade de formular perguntas. Esse é um dos fatores que mais reprovam nos processos de seleção.”

 

Atualização constante
A inovação tecnológica e as mudanças socioeconômicas alteram significativamente o mercado de trabalho. Algumas carreiras deixam de existir, outras passam por grandes transformações. Maria da Conceição destaca que é preciso estar antenado ao movimento do mercado.

 

“É fundamental ler sobre sua área e manter contato com profissionais do ramo para antever as mudanças”, diz a especialista. Ela ressalta que a Internet e as redes sociais vêm para facilitar a pesquisa e o acesso a informações, além de estreitar relações. “As redes sociais são embrionárias, no entanto, já fazem parte da vida profissional.”

 

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Orientadora profissional diz que autoconhecimento e pesquisa de mercado são critérios fundamentais na tomada de decisão.

Por Rômulo Martins

Fonte:Empregos.com.br

Jovens visitam estandes na Feira das Profissões da USP

Amanda Aline Barbosa, 16, está no último ano do Ensino Médio e quer ingressar em uma universidade no ano que vem, mas ainda não decidiu o curso. Está em dúvida entre Química e Engenharia. “Tenho medo de escolher uma profissão e não dar certo”, desabafa a jovem.

A estudante foi uma das 60 mil pessoas que passaram pelo Centro de Práticas Esportivas da USP entre os dias 4 e 6 de agosto durante a 5ª edição da Feira das Profissões, em São Paulo. No evento teve a chance de informar-se sobre os cursos oferecidos pela universidade, além de assistir a atrações como o “Show de Física” e de participar de dinâmicas de orientação profissional.

Coordenadora de serviços de orientação profissional da USP, a psicóloga Maria da Conceição Uvaldo afirma ser a pesquisa a melhor maneira de o jovem decidir a carreira. “Às vezes o jovem encasqueta com uma profissão sem ao menos pesquisar sobre a área. Quando entra na faculdade tem uma grande decepção.”

 

Feiras de profissões são uma ótima oportunidade de conhecer um pouco sobre determinadas carreiras, mas há outras possibilidades, ressalta Maria da Conceição. “Existem as faculdades de Psicologia, que oferecem serviços de orientação profissional. Há ainda a Internet, os sites especializados e os próprios profissionais que atuam na área de interesse do jovem, que podem lhe dar informação.”

Autoconhecimento
Também no último ano do Ensino Médio, Eduarda Ila Muniz, 17, diz gostar de Publicidade, porém foi à feira buscar informações sobre o curso de Arquitetura e Urbanismo. “É uma outra opção. Mas também gosto de criar, mexer com mídias.”

Segundo a psicóloga Maria da Conceição, ainda que a pesquisa seja essencial na escolha da profissão, o jovem precisa se conhecer bem para tomar decisões assertivas. “As disciplinas escolares são apenas um fator a ser levado em conta. É importante descobrir ainda coisas do seu interesse, o que o motiva, o que chama sua atenção em uma revista ou na TV, por exemplo.”

Para a psicóloga, ceder à pressão dos pais não é o melhor caminho. “Muitas vezes os pais têm uma imagem da profissão que não corresponde à realidade, pois o mercado de trabalho muda muito rápido. Convide-os para fazer pesquisas de mercado junto com você.”

Projetos desenvolvidos pelos estudantes da USP foram expostos

A orientadora discorda também da ideia de escolher a profissão com base apenas no retorno financeiro ou porque a carreira está em alta. “O problema enfrentado por muitos profissionais está relacionado à concentração.

Em São Paulo, por exemplo, há uma grande concentração de profissionais de nível superior, mas essa não é uma realidade em todo o Brasil.”

 

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Profissão Tradutor e Intérprete

Copa do Mundo e Jogos Olímpicos prometem aquecer o segmento de Tradução e Interpretação no Brasil.

Da Redação

Fonte:Empregos.com.br



Profissão Tradutor e IntérpreteO Brasil se prepara para receber uma grande onda de investimentos, empresas, profissionais e turistas estrangeiros. Com a economia em expansão e às vésperas de sediar os dois principais eventos esportivos mundiais – Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas Rio 2016 -, o mercado volta-se ao segmento de Tradução e Interpretação.

Grande parte dos eventos internacionais demanda o serviço de tradução simultânea, uma das atividades desenvolvidas por profissionais da área. Atualmente, o país ocupa o 7º lugar no ranking da Associação Internacional de Congressos e Convenções (AICC). Mas não é só.

Espera-se expansão na busca por serviços de tradução de websites, contratos e documentos oficiais, acompanhamentos de reuniões internacionais, monitoramento de atividades turísticas, dentre outros serviços. Ao Empregos.com.br, Pérsio Burkinski, tradutor e intérprete e diretor-fundador da Millennium Traduções e Interpretações, fala sobre o segmento. Assista.

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Leia a entrevista

Apresentação
Pérsio Burkinski, tradutor e intérprete e diretor-fundador da Millennium Traduções e Interpretações, é formado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Foi para o exterior e “caiu” na carreira de tradutor e intérprete. Como tradutor e intérprete, convidaram-no para fazer um trabalho na Corte de Nova York. Estudou também na Universidade de Piza, na Itália. Ele trabalha com o inglês, italiano e francês.

Perfil do tradutor e intérprete
É necessário ter um ótimo conhecimento da língua para a qual está traduzindo e, normalmente, uma formação acadêmica (não necessariamente na área de Tradução e Interpretação). Segundo Burkinski, os cursos de graduação na área de Tradução e Interpretação são interessantes porque proporcionam o conhecimento profundo da língua. Ele ressalta, no entanto, que os profissionais que têm vivência no exterior sabem como é a vida no país, como as pessoas falam e entendem o idioma (expressões) e isso ajuda muito no trabalho do tradutor e intérprete.

Tradutor versus intérprete
A tradução é escrita. Em posse de manuais, textos publicitários ou seja lá qual for o tipo de texto o profissional vai traduzir para o inglês, francês, italiano, português. A interpretação ocorre em congressos, conferências, acompanhamentos, feiras etc quando é necessária a presença de um intérprete para a(s) pessoa(s) entender(em) o que o estrangeiro está falando.

Carreira em evidência
Segundo Burkinski, a profissão de tradutor e intérprete está em evidência por conta da Copa do Mundo e das Olimpíadas a serem realizadas no Brasil em 2014 e 2016 respectivamente. “O Brasil tem atraído – e vai atrair ainda mais – turistas, empresas estrangeiras que estão investindo no país… as empresas estrangeiras estão participando de licitações por causa das obras para a Copa. O fato de o Brasil estar em evidência – na área econômica – também tem atraído investimento em outras áreas.”

Mercado de trabalho
Burkinski afirma existir mercado para todas as línguas, mas no Brasil a necessidade do inglês é muito maior. “Por outro lado é a língua mais concorrida,” sublinha o especialista. “Especializar-se em uma língua, estudar o espanhol, francês, italiano, chinês pode ser um diferencial. Mesmo havendo menos mercado, se você é um bom profissional vai ser reconhecido. O pouco trabalho que houver será direcionado aos bons profissionais.”

Salário
O salário inicial é de R$ 2 mil. Mas, conforme Burkinski, a maior parte dos tradutores e intérpretes trabalha como freelancer em agências de tradução. “Isso aumenta a possibilidade de ganhos do tradutor e intérprete. Hoje em dia o profissional que tem uma carteira de clientes e qualidade de serviço ganha R$ 10 mil, R$ 15 mil por mês.”

Dicas
Para quem está começando, Burkinski recomenda dedicação no estudo da língua estrangeira e do português. “Boa parte do trabalho feito pelo tradutor e intérprete é para o português.” Ainda segundo Burkinski, é preciso praticar. “Procure fazer trabalhos para os colegas, para os amigos.” O profissional iniciante deve também estar aberto a críticas. “Durante toda a carreira terão muitas críticas em relação ao nosso trabalho. São palavras erradas e a gente precisa ser humilde para aceitar. Faça um glossário.”

Saiba mais sobre outras profissões:

 

Vagas de Emprego - www.empregos.com.br

 

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Apresentação
Pérsio Burkinski, tradutor e intérprete e diretor-fundador da Millennium Traduções e Interpretações, é formado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Foi para o exterior e “caiu” na carreira de tradutor e intérprete. Como tradutor e intérprete, convidaram-no para fazer um trabalho na Corte de Nova York. Estudou também na Universidade de Piza, na Itália. Ele trabalha com o inglês, italiano e francês.

Perfil do tradutor e intérprete
É necessário ter um ótimo conhecimento da língua para a qual está traduzindo e, normalmente, uma formação acadêmica (não necessariamente na área de Tradução e Interpretação). Segundo Burkinski, os cursos de graduação na área de Tradução e Interpretação são interessantes porque proporcionam o conhecimento profundo da língua. Ele ressalta, no entanto, que os profissionais que têm vivência no exterior sabem como é a vida no país, como as pessoas falam e entendem o idioma (expressões) e isso ajuda muito no trabalho do tradutor e intérprete.

Tradutor versus intérprete
A tradução é escrita. Em posse de manuais, textos publicitários ou seja lá qual for o tipo de texto o profissional vai traduzir para o inglês, francês, italiano, português. A interpretação ocorre em congressos, conferências, acompanhamentos, feiras etc quando é necessária a presença de um intérprete para a(s) pessoa(s) entender(em) o que o estrangeiro está falando.

Carreira em evidência
Segundo Burkinski, a profissão de tradutor e intérprete está em evidência por conta da Copa do Mundo e das Olimpíadas a serem realizadas no Brasil em 2014 e 2016 respectivamente. “O Brasil tem atraído – e vai atrair ainda mais – turistas, empresas estrangeiras que estão investindo no país… as empresas estrangeiras estão participando de licitações por causa das obras para a Copa. O fato de o Brasil estar em evidência – na área econômica – também tem atraído investimento em outras áreas.”

Mercado de trabalho
Burkinski afirma existir mercado para todas as línguas, mas no Brasil a necessidade do inglês é muito maior. “Por outro lado é a língua mais concorrida,” sublinha o especialista. “Especializar-se em uma língua, estudar o espanhol, francês, italiano, chinês pode ser um diferencial. Mesmo havendo menos mercado, se você é um bom profissional vai ser reconhecido. O pouco trabalho que houver será direcionado aos bons profissionais.”

Salário
O salário inicial é de R$ 2 mil. Mas, conforme Burkinski, a maior parte dos tradutores e intérpretes trabalha como freelancer em agências de tradução. “Isso aumenta a possibilidade de ganhos do tradutor e intérprete. Hoje em dia o profissional que tem uma carteira de clientes e qualidade de serviço ganha R$ 10 mil, R$ 15 mil por mês.”

Dicas
Para quem está começando, Burkinski recomenda dedicação no estudo da língua estrangeira e do português. “Boa parte do trabalho feito pelo tradutor e intérprete é para o português.” Ainda segundo Burkinski, é preciso praticar. “Procure fazer trabalhos para os colegas, para os amigos.” O profissional iniciante deve também estar aberto a críticas. “Durante toda a carreira terão muitas críticas em relação ao nosso trabalho. São palavras erradas e a gente precisa ser humilde para aceitar. Faça um glossário.”

Saiba mais sobre outras profissões:

 







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