Especialistas em carreira apontam os três principais critérios na hora de procurar um curso de aprimoramento.

Por Rômulo Martins

Fonte: Empregos.com.br

Que o mercado globalizado e a expansão da economia brasileira requerem profissionais atualizados ou de olho nas tendências de sua área de atuação todos sabem. Mas o que muitos ainda não se deram conta é que fazer um curso atrás do outro pode não surtir o efeito desejado. Pior. Essa atitude pode acarretar em perda de tempo e dinheiro.

 

“A busca de qualificação não pode ser aleatória”, afirma Mariá Giuliese, diretora executiva da Lens & Minarelli. Para você fazer uma escolha assertiva, o Empregos.com.br conversou com Mariá; a psicóloga Jamile Ferraresso, coordenadora do departamento de carreiras da Veris Faculdades; e Alessandra Negreli, coordenadora de desenvolvimento organizacional da Luandre.

1. Descubra o que você quer
Uma escolha profissional correta depende necessariamente do autoconhecimento. Para Mariá, o indivíduo deve alinhar vocação e formação. “Antes de procurar um curso tenha clareza dos seus objetivos.”

A consultora ressalta que a escolha deve ainda estar atrelada à formação acadêmica do profissional. “Não decida por modismos, senão você estará produzindo uma colcha de retalhos. A cada momento o mercado precisa de algo diferente.”

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2. Descubra o que o mercado quer
No entanto, não adianta achar que você pode sobreviver em um cubo de vidro. Uma hora ele pode trincar. “É preciso ter visão de mercado”, diz Jamile Ferraresso.

Segundo a psicóloga, ao escolher um curso sem fazer esta análise, o profissional vai passar pela frustração de não poder praticar o conhecimento obtido em sala de aula. “Por isso, é importante certificar-se de que o curso irá contribuir em sua carreira.”

“O ideal é que o curso de atualização tenha alguma relação com a função que o profissional exerce ou deseja exercer”, reforça Alessandra Negreli. Ela ressalta que um curso dissociado da área de atuação pode dar a impressão de que o profissional não tem clareza dos seus objetivos.

3. Pesquise
É preciso conhecer a instituição que oferece o curso, corpo docente, conteúdo programático. Vale conversar com quem já realizou a atividade e, até mesmo, com o seu chefe e colegas de trabalho. “Não se prenda apenas ao nome da instituição”, aponta Jamile.

Mariá destaca que o profissional deve ainda averiguar se o curso contempla mais a parte teórica do que a prática e vice-versa. “Alinhe a sua escolha à sua expectativa e necessidade”, lembra.

Benefícios
Jamile afirma que a atualização constante é uma estratégia fundamental para manter a empregabilidade. “Proporciona conhecimento e troca de informações entre os profissionais.”

A principal importância da qualificação, no entanto, é a contribuição para o desenvolvimento e a carreira do profissional, sinaliza da psicóloga. “Possibilita a aplicação de novas ferramentas e o desenvolvimento de novos projetos na empresa. O profissional que se atualiza é sempre bem visto no mercado.”

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Saiba o que os recrutadores observam no candidato e qual roupa vestir nesta etapa do processo seletivo.

Fonte: Empregos.com.br

A fase da célebre dinâmica de grupo costuma gerar muitas dúvidas e temores nos candidatos. Umas das principais questões que os profissionais se fazem é o que, afinal, os recrutadores observam durante a realização das atividades.

Outra indecisão recorrente diz respeito ao traje a ser usado nesta fase do processo de seleção. O Empregos.com.br consultou a especialista Izabel Failde, autora de “Manual do facilitador para dinâmicas de grupo” (Papirus). Em vídeo, a consultora responde às dúvidas dos internautas.

 

Assista ao vídeo

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Leia a entrevista:

  • O que os recrutadores observam
    Basicamente características de personalidade e bem genericamente competências técnicas e comportamentais. Por exemplo: comunicação, liderança, saber ouvir, ética, respeito ao outro, compreensão, trabalho em equipe, equilíbrio emocional, iniciativa… são várias características e competências que a dinâmica de grupo proporciona que o selecionador ou facilitador observe em cada uma das pessoas presentes.
     
  • Que roupa usar
    Eu prefiro o mais clássico. Observe a empresa, faça uma pesquisa sobre ela. Se você conhecer alguém da empresa, troque uma ideia. Se não, vale passar em frente à empresa para observar como é a vestimenta dos profissionais.
     
  • Para as mulheres
    Saia ou calça. A saia no máximo um dedinho acima do joelho (na horizontal), camisa de manga longa ou curta. Se necessário, um blazer ou um spencer ou um casaco nos dias de frio.
    Cuide também dos cabelos, unhas. As unhas devem estar bem feitas, não é necessário esmalte, mas se você é adepta das inovações dos esmaltes, tome cuidado. Verifique se a empresa aceita esse tipo de inovação. Procure um sapato confortável, limpo e engraxado. Bijuterias, acessórios, perfume… de uma maneira comedida.
     
  • Não use ou evite
    Shortinhos, bermudas, decotes exagerados, tops, regatas… isso não combina nada com processo seletivo. Lingerie aparecendo, roupas muito justas, cores cítricas em qualquer parte da roupa. Talvez, um brinco ou colar para destacar, mas de forma comedida.
    Fuja dos saltos estratosféricos, porque nada mais deselegante do que se desequilibrar em um salto.
     
  • Para os homens
    O costume é calça e blazer. Ou terno: calça, colete e blazer (não há necessidade do terno). Ou uma calça e uma camisa sociais. Na dúvida em usar ou não uma gravata, use. Se antes de entrar na empresa você observar que ninguém usa gravata, você pode retirá-la discretamente.
     
  • Não use ou evite
    Roupas excessivamente justas. Jeans eu não recomendo. Talvez em uma empresa mais liberal, da área de Marketing, no qual os profissionais são um pouco mais tranquilos na questão da vestimenta. Nesse caso, opte por um jeans com menos lavagem, sem rasgo, sem marcas de jeans usado.
    Cuide também do perfume, use comedidamente. Cuide do calçado, das unhas, do cabelo. Evite ainda brincos e tape as suas tatuagens. Você vai ter a oportunidade de perguntar se há alguma restrição em relação ao uso de brincos e tatuagem.
    Em relação ao cabelo, evite os exageros. Se você tem um moicano a La Neymar, seria importante que mudasse o penteado para o processo seletivo. Tudo em função de conhecer primeiro a empresa, saber até onde você pode ir, para depois impor o seu jeito. Você vai ser muito melhor recebido agindo assim.

 

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Ao poupar o assessorado de tarefas burocráticas e rotineiras, profissional ajuda a tornar a empresa mais rentável.

Por Rômulo Martins

Fonte: Empregos.com.br

 

A secretária executiva Silvia Mattar Simões Querolo, 34, tem a agenda lotada. Com experiência de 10 anos, ela assessora três diretores e quatro gestores (e suas respectivas equipes) na multinacional japonesa Yamaha. Na lista de tarefas da secretária incluem-se compra de passagens e materiais de escritório, reserva de hospedagens, acompanhamento de eventos e contratação do serviço, controle orçamentário dos setores por quais é responsável, dentre outras.

Há ainda atividades particulares de dois diretores de que está incumbida. “São serviços bancários, leitura de contratos, escola para os filhos”, diz Silvia. Para dar conta do recado e agilizar a rotina corrida dos executivos, a secretária conta com a organização e o dinamismo.

Otimizar o tempo do assessorado é hoje o principal objetivo do secretário e da secretária executivos. Segundo estudo publicado na Revista Harvard Business Review, o profissional da área deve tornar o executivo 8% mais produtivo para compensar o investimento em sua contratação. Ou seja, precisa poupar cerca de cinco horas em uma semana de trabalho de 60 horas.

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O executivo Eduardo Rosin, diretor de relações institucionais da Controlar, empresa especializada em inspeção ambiental de veículos em São Paulo, atesta que os profissionais de secretariado são fundamentais para dar agilidade às atividades do assessorado. “São eles que liberam o executivo para que tenham foco apenas nos negócios da empresa.”

Perfil
De acordo com Isabel Cristina Baptista, presidente do Sindicato das(os) Secretárias(os) do Estado de São Paulo (Sinsesp), o secretário e a secretária executivos devem ter foco no assessoramento, além de desenvolver habilidades comportamentais para lidar com diferentes públicos. “A todo o momento, é preciso gerenciar relacionamentos e informações.”

A secretária Silvia Querolo ressalta a necessidade do perfil multifuncional, a capacidade de diálogo com várias áreas da empresa, o conhecimento avançado em informática e o domínio do português e de línguas estrangeiras.

Dentre as funções do secretário e da secretária executivos, Isabel destaca o monitoramento da agenda do executivo, atendimento a clientes internos e externos, sistematização do fluxo de atividades, arquivamento de documentos, gestão da área secretarial e elaboração de comunicados em diversas línguas.

O salário inicial é de R$ 920 (nível médio) ou R$ 1,3 mil (nível superior). Mas os rendimentos podem chegar a R$ 13 mil mensais. Isabel explica que os valores dependem do porte da companhia, tempo de experiência e da formação. Segundo ela, profissionais formados em outros ramos podem requerer o registro de Secretariado. Para isso, devem comprovar a realização de cursos presenciais ou a distância na área.

Serviço:

  • COINS – Congresso Internacional de Secretariado
  • Período: 28 e 29 de outubro
  • Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel
  • Endereço: Avenida Nações Unidas, 12.559, Brooklin Novo, São Paulo
  • Inscrições e informações: http://www.coins.sinsesp.com.br/coins
  • Telefone: (11) 3662-0241
  • Realização: Sindicato das(os) Secretárias(os) do Estado de São Paulo

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Gestor de fundo que rendeu mais de 800% desde 2006 mostra que quem investe em bolsa após quedas de 35% obtém retornos extraordinários após três ou cinco anos.

Comprar na baixa

 

Interessante matéria da Exame.

 

São Paulo – Um estudo realizado pela gestora de recursos Bogari Capital mostra quão lucrativo pode ser comprar ações em períodos de pessimismo generalizado. O levantamento considerou os sete períodos em que a bolsa brasileira recuou 35% ou mais nos últimos 18 anos. Quem investiu em ações nessas oportunidades com a expectativa de colher lucros no longo prazo levou para casa um retorno médio de 105% após três anos e de 254% em cinco anos.

 

Flavio Sznajder, sócio da Bogari Capital, admite que rendimentos passados não são garantia de ganhos futuros e que o investidor que entra na bolsa hoje também pode ter decepções no curto prazo. Mas, para ele, seria ir contra a lógica não considerar que quem compra bolsa na baixa entra no mercado em um ponto mais próximo ao fundo do poço, corre menos riscos e pode embolsar ganhos maiores.

 

Em teoria, o investimento ótimo em ações consiste em comprar no patamar mais baixo do mercado e vender no pico. Na prática, entretanto, o gestor considera a execução disso impossível porque a humanidade não faz a menor ideia de quando a maré vai virar.

 

Ninguém sabe, por exemplo, se e quando os líderes europeus chegarão a algum acordo que garanta a solvência dos países excessivamente endividados e dos bancos entupidos de títulos públicos de Grécia, Portugal e Irlanda. Além disso, quando houver uma solução definitiva para os problemas europeus, é provável que muitos investidores já tenham se antecipado e que os melhores preços tenham ficado para trás.

 

A estratégia do fundo da Bogari Capital consiste em comprar ações aos pouquinhos, quando a bolsa cai muito e os preços se tornam atrativos demais para serem ignorados. A crença de que o mercado em algum momento voltará a subir tem rendido bons frutos. O fundo registrou, desde sua criação em novembro de 2006, um retorno de 883%, contra alta de apenas 41,5% do Ibovespa.

 

Sobre esse ponto, Sznajder chama a atenção para a importância da escolha de boas ações para ganhar dinheiro na bolsa. A economia brasileira tende a se desenvolver, as empresas devem continuar a se expandir, os preços das ações vão se beneficiar em algum momento, mas não é com qualquer papel que todo mundo vai enriquecer. Apesar de garantir uma carteira diversificada, o próprio investimento passivo em Ibovespa não tem sido uma boa opção para os investidores nos últimos anos. “Muitos fundos de ações têm conseguido bater consistentemente o índice”, diz.

 

Sznajder acredita que os investidores devem aproveitar os momentos de baixa não para comprar os papéis que mais caíram, mas para colocar na carteira as empresas que sofreram demais injustamente. Ele cita as ações dos bancos como exemplo. Atualmente o preço das instituições financeiras brasileiras tem sido influenciado pelo fluxo de recursos negativo.

 

Os investidores estrangeiros têm vendido ações de bancos no mundo inteiro devido ao temor de que as instituições voltem a enfrentar dificuldades em caso de moratória das dívidas de países europeus. Alguns dos bancos com melhor reputação no mundo têm sido negociados em bolsa por valores inferiores ao patrimônio líquido.

 

Esses mesmo investidores sabem que instituições como o Bradesco e o Itaú não têm exposição relevante à Europa e não correm os mesmos riscos. Entretanto, também não faz sentido para eles que os bancos brasileiros sejam negociados a duas vezes o patrimônio líquido ou mais em um momento como esse. Então as ações se depreciam.

 

Já no longo prazo, Sznajder diz que costuma haver uma convergência entre o preço de mercado e o valor intrínseco de uma ação. No caso do setor bancário, as instituições brasileiras não precisam se preocupar neste momento com o aumento da concorrência com os estrangeiros, já que eles podem estar correndo riscos demais lá fora para pisar no acelerador aqui.

 

Outras ações que o gestor considera em um momento interessante para a compra são Redecard, Cosan e Brasil Insurance. Para os investidores que não têm sangue frio suficiente para entrar na bolsa neste momento, Sznajder cita Benjamin Graham, o inventor da profissão de analista de investimentos e maior guru de Warren Buffett: “No curto prazo, as ações são avaliadas por sua popularidade, mas, no longo prazo, pela sua substância”.









Domínio da tecnologia, foco em resultados e comunicação apurada estão entre as características mais procuradas pelas empresas.

Da Redação

Fonte: Empregos.com.br

7 competências que o mercado busca nos profissionais

Quais são as características que um profissional precisa ter, além, é claro, daquelas específicas de cada ramo de atuação? Víctor Martínez, especialista em treinamentos comportamentais e projetos de RH e CEO da Thomas Brasil, empresa especializada em gestão de pessoas, listou sete talentos que as empresas buscam nos profissionais.

 

1. Autogerenciamento - É a capacidade de motivação, disciplina e autoavaliação do indivíduo. Trata-se do profissional capaz de realizar projetos, buscar soluções e identificar formas de implementar as soluções.

 

2. Comunicação múltipla - Segundo Martínez, o mundo é uma aldeia global, por isso, a capacidade de se comunicar de modo realmente eficaz em inglês deve ser prioridade em determinadas áreas. “Há outras formas de comunicação que devem ser exploradas, como por exemplo, a informática, os blogs, a intranet, os processos e sistemas de informação e transmissão de dados.”

 

3. NegociaçãoReflita sobre sua capacidade de negociação e dê atenção especial às suas habilidades nesse campo. Apresente suas ideias de forma clara e convincente e argumente de forma positiva, franca e objetiva. Leia Mais







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