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Tocar no assunto na hora errada pode ser crucial; profissional deve ouvir toda a proposta relacionada ao emprego.

Por Rômulo Martins

Fonte:Empregos.com.br

 

6 dicas para negociar seu salário

Frio na barriga, nervosismo, ansiedade não são unanimidade em um processo seletivo. Há quem passe por entrevistas, dinâmicas e avaliações com tranquilidade e destreza, mas na hora de falar sobre remuneração mina a oportunidade profissional. Segundo Mariá Giuliese, diretora executiva da Lens & Minarelli, consultoria especializada em outplacement e aconselhamento de carreira, o profissional que não sabe negociar o salário pode prejudicar a imagem.

 

“Não subestime o entrevistador, pois ele já tem algumas informações a seu respeito”, dispara a consultora. O Empregos.com.br separou seis dicas para ajudar você a obter êxito na negociação e conquistar a vaga de emprego que procura.

 

1. Pesquise quanto paga o mercado
Saber o piso e o teto salariais em sua área de atuação é essencial antes de qualquer negociação ou proposta. Para isso, consulte os sites ou publicações especializados.

 

2. Manifeste o desejo de crescimento profissional
Se você está trabalhando seja honesto. Diga qual é o seu salário atual e que está à procura de uma oportunidade melhor. “Explique que para a mudança valer a pena é conveniente uma remuneração no nível ‘x’, pois assim você pode dar continuidade aos seus projetos pessoais e profissionais”, recomenda Mariá.

 

3. Tenha como referência o último salário
Caso esteja sem trabalho a dica é explicitar a última faixa salarial e dizer que prefere receber a proposta da empresa. “Entretanto, nos casos em que o salário está muito aquém do patamar desejado, é importante posicionar-se para que esse fator não gere uma posterior frustração”, orienta a coach Thirza Sifuentes, da Homero Reis e Consultores.

 

4. Avalie, antes, o projeto
Segundo Thirza, tão importante quanto o salário é a importância da oportunidade na carreira. “Pode ser uma alavanca para que o profissional se projete no mercado, conhecendo novas pessoas, formando redes sociais. É como dizem: às vezes é preciso dar um passo atrás para caminhar melhor.”

 

Por isso, não recuse de cara a proposta ou toque no assunto antes de ouvir as outras informações sobre a vaga. “Seja franco, mas não desanime caso receba uma proposta salarial inferior à desejada. Em alguns casos o recrutador pode reavaliar a proposta e sugerir à empresa uma melhora”, aponta Mariá Giuliese.

 

5. Considere os benefícios secundários
Um salário abaixo do esperado pode ser compensado com benefícios secundários, lembra Thirza Sifuentes. “Em muitas situações, somado aos benefícios, o salário final se sobrepõe a uma proposta financeira direta”. “Por isso, é preciso pensar na proposta como um todo”, destaca Mariá.

 

6. Aprenda a lidar com a negativa
Receber negativas faz parte do processo na busca por emprego. Segundo Thirza, o profissional deve considerar erros e acertos e tirar lições da negociação. “Às vezes é necessário reconsiderar o patamar do salário pretendido ou apenas esperar por uma melhor oportunidade.”

 

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Profissão Tradutor e Intérprete

Copa do Mundo e Jogos Olímpicos prometem aquecer o segmento de Tradução e Interpretação no Brasil.

Da Redação

Fonte:Empregos.com.br



Profissão Tradutor e IntérpreteO Brasil se prepara para receber uma grande onda de investimentos, empresas, profissionais e turistas estrangeiros. Com a economia em expansão e às vésperas de sediar os dois principais eventos esportivos mundiais – Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas Rio 2016 -, o mercado volta-se ao segmento de Tradução e Interpretação.

Grande parte dos eventos internacionais demanda o serviço de tradução simultânea, uma das atividades desenvolvidas por profissionais da área. Atualmente, o país ocupa o 7º lugar no ranking da Associação Internacional de Congressos e Convenções (AICC). Mas não é só.

Espera-se expansão na busca por serviços de tradução de websites, contratos e documentos oficiais, acompanhamentos de reuniões internacionais, monitoramento de atividades turísticas, dentre outros serviços. Ao Empregos.com.br, Pérsio Burkinski, tradutor e intérprete e diretor-fundador da Millennium Traduções e Interpretações, fala sobre o segmento. Assista.

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Leia a entrevista

Apresentação
Pérsio Burkinski, tradutor e intérprete e diretor-fundador da Millennium Traduções e Interpretações, é formado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Foi para o exterior e “caiu” na carreira de tradutor e intérprete. Como tradutor e intérprete, convidaram-no para fazer um trabalho na Corte de Nova York. Estudou também na Universidade de Piza, na Itália. Ele trabalha com o inglês, italiano e francês.

Perfil do tradutor e intérprete
É necessário ter um ótimo conhecimento da língua para a qual está traduzindo e, normalmente, uma formação acadêmica (não necessariamente na área de Tradução e Interpretação). Segundo Burkinski, os cursos de graduação na área de Tradução e Interpretação são interessantes porque proporcionam o conhecimento profundo da língua. Ele ressalta, no entanto, que os profissionais que têm vivência no exterior sabem como é a vida no país, como as pessoas falam e entendem o idioma (expressões) e isso ajuda muito no trabalho do tradutor e intérprete.

Tradutor versus intérprete
A tradução é escrita. Em posse de manuais, textos publicitários ou seja lá qual for o tipo de texto o profissional vai traduzir para o inglês, francês, italiano, português. A interpretação ocorre em congressos, conferências, acompanhamentos, feiras etc quando é necessária a presença de um intérprete para a(s) pessoa(s) entender(em) o que o estrangeiro está falando.

Carreira em evidência
Segundo Burkinski, a profissão de tradutor e intérprete está em evidência por conta da Copa do Mundo e das Olimpíadas a serem realizadas no Brasil em 2014 e 2016 respectivamente. “O Brasil tem atraído – e vai atrair ainda mais – turistas, empresas estrangeiras que estão investindo no país… as empresas estrangeiras estão participando de licitações por causa das obras para a Copa. O fato de o Brasil estar em evidência – na área econômica – também tem atraído investimento em outras áreas.”

Mercado de trabalho
Burkinski afirma existir mercado para todas as línguas, mas no Brasil a necessidade do inglês é muito maior. “Por outro lado é a língua mais concorrida,” sublinha o especialista. “Especializar-se em uma língua, estudar o espanhol, francês, italiano, chinês pode ser um diferencial. Mesmo havendo menos mercado, se você é um bom profissional vai ser reconhecido. O pouco trabalho que houver será direcionado aos bons profissionais.”

Salário
O salário inicial é de R$ 2 mil. Mas, conforme Burkinski, a maior parte dos tradutores e intérpretes trabalha como freelancer em agências de tradução. “Isso aumenta a possibilidade de ganhos do tradutor e intérprete. Hoje em dia o profissional que tem uma carteira de clientes e qualidade de serviço ganha R$ 10 mil, R$ 15 mil por mês.”

Dicas
Para quem está começando, Burkinski recomenda dedicação no estudo da língua estrangeira e do português. “Boa parte do trabalho feito pelo tradutor e intérprete é para o português.” Ainda segundo Burkinski, é preciso praticar. “Procure fazer trabalhos para os colegas, para os amigos.” O profissional iniciante deve também estar aberto a críticas. “Durante toda a carreira terão muitas críticas em relação ao nosso trabalho. São palavras erradas e a gente precisa ser humilde para aceitar. Faça um glossário.”

Saiba mais sobre outras profissões:

 

Vagas de Emprego - www.empregos.com.br

 

Leia a entrevista

Apresentação
Pérsio Burkinski, tradutor e intérprete e diretor-fundador da Millennium Traduções e Interpretações, é formado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Foi para o exterior e “caiu” na carreira de tradutor e intérprete. Como tradutor e intérprete, convidaram-no para fazer um trabalho na Corte de Nova York. Estudou também na Universidade de Piza, na Itália. Ele trabalha com o inglês, italiano e francês.

Perfil do tradutor e intérprete
É necessário ter um ótimo conhecimento da língua para a qual está traduzindo e, normalmente, uma formação acadêmica (não necessariamente na área de Tradução e Interpretação). Segundo Burkinski, os cursos de graduação na área de Tradução e Interpretação são interessantes porque proporcionam o conhecimento profundo da língua. Ele ressalta, no entanto, que os profissionais que têm vivência no exterior sabem como é a vida no país, como as pessoas falam e entendem o idioma (expressões) e isso ajuda muito no trabalho do tradutor e intérprete.

Tradutor versus intérprete
A tradução é escrita. Em posse de manuais, textos publicitários ou seja lá qual for o tipo de texto o profissional vai traduzir para o inglês, francês, italiano, português. A interpretação ocorre em congressos, conferências, acompanhamentos, feiras etc quando é necessária a presença de um intérprete para a(s) pessoa(s) entender(em) o que o estrangeiro está falando.

Carreira em evidência
Segundo Burkinski, a profissão de tradutor e intérprete está em evidência por conta da Copa do Mundo e das Olimpíadas a serem realizadas no Brasil em 2014 e 2016 respectivamente. “O Brasil tem atraído – e vai atrair ainda mais – turistas, empresas estrangeiras que estão investindo no país… as empresas estrangeiras estão participando de licitações por causa das obras para a Copa. O fato de o Brasil estar em evidência – na área econômica – também tem atraído investimento em outras áreas.”

Mercado de trabalho
Burkinski afirma existir mercado para todas as línguas, mas no Brasil a necessidade do inglês é muito maior. “Por outro lado é a língua mais concorrida,” sublinha o especialista. “Especializar-se em uma língua, estudar o espanhol, francês, italiano, chinês pode ser um diferencial. Mesmo havendo menos mercado, se você é um bom profissional vai ser reconhecido. O pouco trabalho que houver será direcionado aos bons profissionais.”

Salário
O salário inicial é de R$ 2 mil. Mas, conforme Burkinski, a maior parte dos tradutores e intérpretes trabalha como freelancer em agências de tradução. “Isso aumenta a possibilidade de ganhos do tradutor e intérprete. Hoje em dia o profissional que tem uma carteira de clientes e qualidade de serviço ganha R$ 10 mil, R$ 15 mil por mês.”

Dicas
Para quem está começando, Burkinski recomenda dedicação no estudo da língua estrangeira e do português. “Boa parte do trabalho feito pelo tradutor e intérprete é para o português.” Ainda segundo Burkinski, é preciso praticar. “Procure fazer trabalhos para os colegas, para os amigos.” O profissional iniciante deve também estar aberto a críticas. “Durante toda a carreira terão muitas críticas em relação ao nosso trabalho. São palavras erradas e a gente precisa ser humilde para aceitar. Faça um glossário.”

Saiba mais sobre outras profissões:

 









Jornal Valor Econômico
Gilberto Nagai
02/08/2011

 

comprar acoes

Ninguém discorda que uma das principais estratégias para quem quer fazer dinheiro em bolsa de valores é comprar na baixa e vender na alta. Na prática, porém, o que mais se vê é justamente o contrário.

 

A maioria das pessoas entra quando o mercado já está no pico, com pouco ou nenhum potencial de valorização, e evita as ações nos períodos de baixa. Esse comportamento é antigo e, por mais que os consultores e gestores orientem, não são muitos os investidores que se aventuram a entrar em momentos como o que estamos vivendo. Mas seria agora uma boa ocasião para aplicar em ações? A resposta é sim.

 

Apesar das perdas acumuladas no mercado de ações e do cenário indefinido, especialmente no exterior, a economia brasileira segue com fundamentos bastante sólidos, as empresas estão gerando lucros consistentes e o país continua a atrair capital estrangeiro.

 

A recomendação de se investir em ações deve, porém, levar em consideração algumas premissas. O primeiro ponto que deve ser analisado é o perfil do investidor. Em vários sites encontram-se testes que podem ajudar a identificar o perfil (conservador, moderado, arrojado ou agressivo) e sua propensão ao risco.

 

Por melhor que seja a perspectiva da bolsa, o mercado acionário é volátil e sujeito ao imponderável e nem todas as pessoas suportam essas características. Se for para comparar dia a dia a performance da bolsa com a de renda fixa e sofrer com isso, é melhor ficar fora. O investidor precisa ter consciência do risco que quer correr assim que começa a investir.

 

Depois do perfil, é preciso avaliar o horizonte do investimento. Para o dinheiro que será utilizado no curto prazo, daqui a poucos meses, o mercado de ações não é indicado. Com a trajetória de juros no Brasil em ritmo ascendente, o risco, especialmente neste momento, não compensa. Só se deve investir em renda variável quantias que serão utilizadas no médio e longo prazo (de preferência sem data definida de resgaste) e que não coloquem em risco a situação financeira.

 

Definido o perfil de risco e horizonte do investimento, determine que percentual do patrimônio será investido na bolsa e comece a comprar as ações gradativamente. Muitos me perguntam por que comprar gradativamente e não deixar para fazer isso quando a tendência de alta estiver mais definida. Simplesmente, porque é muito difícil encontrar o ponto de inflexão da bolsa, quando já chegou ao fundo do poço.

 

Como o mercado de renda variável é muito volátil, às vezes, em meio ao vaivém, a tendência se delineia e, quando o investidor percebe, já passou o ponto de comprar ou de vender. Comprar gradativamente permite que o investidor adquira as ações a um preço médio que, se não for o melhor, também não será o pior.

 

O mercado de ações oferece oportunidades fantásticas de lucro, mas nunca podemos nos esquecer da sua natureza de risco. Por mais que se tente, ninguém nunca consegue ganhar em 100% das vezes. O importante é manter sempre o investimento inicial que foi traçado e ter disciplina de permanecer fiel ao foco. Para o gestor, o grande desafio é convencer os investidores de que não se deve mudar muito a estratégia, diante de cenários negativos.

 

Outro ponto a destacar é a escolha das ações. Para quem não tem familiaridade ou tempo para acompanhar o mercado, o melhor é optar por um fundo de ações, em que uma equipe especializada estará focada só nisso. Se for para entrar diretamente no mercado, olhe com critério os fundamentos da empresa, as projeções para o seu setor de atuação e também o seu potencial de pagamento de dividendos (às vezes, a valorização da ação não é expressiva, mas a distribuição de dividendos compensa).

 

Hoje, nos segmentos de varejo, saúde, educação, há empresas com ótimas perspectivas de desempenho. E vale lembrar que quando o cenário é favorável para as ações a rentabilidade é superior aos investimentos em renda fixa e melhor do que a poupança.

 

E não se deixe contaminar pelo pessimismo das pessoas (e nem pela euforia, nos períodos de alta). Racionalidade, nesse mercado, é fundamental; a história mostra que o mercado funciona em ciclos. Todo período de baixa é seguido por uma temporada de valorização – e vice-versa. O que varia é o tempo em que isso acontece.









O planejamento da trajetória profissional pode ser feito individualmente ou com ajuda de um coach.

Da Redação

Fonte:Empregos.com.br

Dicas para conseguir um up-grade na carreira

O momento atual é de aquecimento do mercado de trabalho. De olho no crescimento econômico, muitas empresas iniciaram novas contratações e estão em busca de novos talentos. Nesse contexto, investir na profissão, a fim de dar um upgrade no perfil profissional, pode garantir ótimas oportunidades. Para auxiliar neste processo, a Projeto RH, consultoria especializada em Gestão de Pessoas, apresenta os principais passos para atingir o sucesso profissional.

 

"Quando se fala em desenvolvimento profissional, o primeiro passo é identificar aonde se quer chegar. Muitas pessoas, às vezes, se confundem com os caminhos para alcançar o sucesso e perdem o foco, que deve nortear toda a atitude profissional", afirma Eliane Figueiredo, diretora-presidente da Projeto RH.

 

De acordo com a especialista, após a identificação do objetivo, é necessário pontuar quais os caminhos possíveis para se chegar lá. Nessa etapa, vale avaliar cursos de graduação, especialização ou MBA que auxiliem no crescimento, com vistas à área em que o profissional pretende atuar.

 

Cursos de idiomas e experiências no exterior também podem ser contemplados nesse planejamento, bem como formas de relacionamento com profissionais de outras áreas ou empresas e networking, com o objetivo de ampliar a bagagem do colaborador e seu conhecimento sobre o mercado.

 

Porém, se o profissional tiver dificuldades para planejar sua trajetória, existe um especialista que pode auxiliá-lo no processo: o coach. "Ele ajuda no 'como' chegar ao objetivo, como melhorar e otimizar os procedimentos diários no trabalho. O processo de coaching foca no desenvolvimento de competências, a partir de ações e mudanças simples. Por exemplo, ajuda a tornar o profissional mais organizado, a delegar tarefas, a interagir e a se relacionar melhor com toda a equipe de acordo com as suas dificuldades. O processo é conduzido de acordo com a necessidade de cada pessoa, levando em conta seus objetivos e suas dificuldades", explica a diretora.

 

Segundo Eliane, o processo ajuda profissionais que precisam reformular o comportamento diário, para dar uma guinada na carreira. Ele pode ser feito por iniciativa da empresa em que a pessoa está, como uma aposta de crescimento na organização. Dessa forma, o acompanhamento de um coach tem como objetivo desenvolver as competências ideais para a companhia, capacitá-lo para enfrentar novos desafios e, eventualmente, prepará-lo para assumir outras posições.

 

Neste tipo de processo, os profissionais são estimulados para o autoconhecimento, identificando os pontos fortes e aspectos  a melhorar. São considerados ainda os valores e o perfil da empresa para o desenvolvimento de um plano profissional e de um caminho a ser trilhado, com maior sinergia entre os vários aspectos envolvidos.

 

O processo de coaching pode ser conduzido tanto por um profissional da própria empresa, quanto por um consultor externo. A vantagem, neste último caso, é a maior liberdade que o indivíduo terá para se manifestar, uma vez que o coach não tem vínculo direto com a empresa. "O coaching pode ser feito em qualquer nível hierárquico ou idade. Geralmente, traz resultados a curto prazo, em até três meses", explica Eliane.

 

Sobre a Projeto RH
A Projeto RH é uma iniciativa da consultora Eliane Figueiredo e foi fundada em 1994. A empresa conta com uma equipe de 32 profissionais em São Paulo e quatro no Rio de Janeiro que atuam em recrutamento e seleção, hunting e mapeamento de mercado, programas de trainee(s) e estagiários, capacitação, análise de performance, programas de desenvolvimento, além de recrutamento e avaliação de pessoas com deficiência (PCD).

 

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7 recomendações para construir uma imagem positiva na internet e atrair os recrutadores.

Por Rômulo MartinsPor Rômulo Martins

Fonte:Empregos.com.br

Como se comportar nas redes sociais

Já se imaginava, mas agora é certo. Os recrutadores olham sim o perfil online dos profissionais que buscam emprego. E é bom tomar cuidado. Pesquisa realizada pela Robert Half, empresa de recrutamento especializado, revelou que segundo 44% dos recrutadores brasileiros aspectos negativos nas redes sociais seriam suficientes para desclassificar um candidato no processo de seleção.

 

“O entrevistador não se pauta por algo isolado, mas une diversas informações a respeito do candidato. A rede é um espaço público”, lembra Marisa Silva, consultora da Career Center. Ao Empregos.com.br a consultora elencou sete pontos fundamentais para você construir uma imagem positiva no ambiente digital e chamar a atenção dos recrutadores. Confira.

 

1. Em redes profissionais, fale de assuntos profissionais
Se você possui conta em uma rede social voltada a profissionais, como o Linkedin, o relacionamento entre os contatos deve ser pautado pela formalidade. “Não fale de sua vida pessoal”, dispara Marisa. Nesse caso, até a imagem de perfil deve ser adequada ao formato da rede.

 

2. Coloque fotos ‘saudáveis’
As imagens publicadas nos perfis podem revelar hábitos saudáveis ou reprováveis. Segundo Marisa, é interessante publicar fotos de viagens, festas ou de momentos com a família. Mas evite imagens de cunho jocoso, como fotografias de poses sensuais. Pega mal.

 

3. Ao abordar o ‘amigo’ tenha bom senso
Apresente-se antes de enviar convites para se conectar com outras pessoas. É de bom tom explicar de onde conhece o contato ou quem o indicou. Jamais peça emprego. Aproveite o espaço para trocar informações sobre sua carreira e o mercado de trabalho.

 

4. Dê opiniões construtivas
Interaja e posicione-se sobre os temas discutidos entre os seus contatos, propondo sugestões para a problemática. Mas evite participar de grupos polêmicos, que aludam à discriminação ou violência. “É preciso tomar cuidado com opiniões muito radicais”, sinaliza a consultora Marisa Silva.

 

5. Preserve-se
Não precisa falar sobre todos os seus passos nas redes sociais. Ficar a todo o momento no Twitter, Orkut ou Facebook descrevendo a sua rotina é desinteressante e pouco criativo. Se isso for inevitável para você, selecione o nível de privacidade desejado em seu perfil.

 

6. Crie a sua identidade online
Fale de coisas que interessem a você e possam interessar aos outros. Isso aumenta as chances de interação entre os contatos e proporciona a troca de informações. “Se você gosta de vinho divulgue notícias sobre vinhos. Essa postura poderá influenciar as pessoas positivamente”, sublinha Marisa.

 

7. Não fale mal de pessoas ou empresas
Falar mal do ex-chefe, colega de trabalho ou das empresas nas quais atuou é pecado mortal. Muito provavelmente mina a sua continuidade em um processo seletivo – caso o recrutador flagre essa conduta. Além disso, é uma atitude antiética. O melhor a fazer é ceder à tentação.  

 

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