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6 dicas para ser feliz no trabalho












Especialistas explicam que a classificação varia de empresa para empresa e é feita com base nos conhecimentos e experiências.

Por Rômulo Martins

Fonte: Empregos.com.br

 

“Contrata-se Vendedor Junior”. “Vagas para Analista de Marketing Pleno”. “Procura-se Consultor de Carreira Sênior”. Não raro essas expressões acompanham os anúncios de emprego nos jornais, na internet ou nas consultorias de recursos humanos. Muitas vezes aparecem encurtadas – JR, PL, SR. Afinal, o que elas significam? Você sabe em qual sigla se enquadra?

Segundo especialistas, as nomenclaturas têm a ver com a formação (ou competências), tipo e tempo de experiência profissional. “Quem está no início da carreira assume funções básicas. É enquadrado, portanto, no nível junior”, explica Melissa Campos, da MCampos Consultoria.

 

 

O coach Homero Reis, presidente da Homero Reis e Consultores, afirma que o nível profissional está atrelado às responsabilidades que o indivíduo tem ao assumir um cargo. “Antes essa definição era feita com base no conhecimento e tempo de experiência. Hoje a habilidade relacional ou comportamental é tão importante quanto os outros requisitos.”

 

Segundo a consultora Melissa Campos, o profissional pleno possui nível de maturidade para tomar algumas decisões, desde que endossadas por um superior. Já o sênior tem autonomia suficiente para responder por um projeto ou negócio.

 

Melissa explica a ligação entre formação e nível profissional. “Digamos que o junior precisa de uma graduação, o pleno de uma especialização e o sênior de duas ou mais especializações e fluência em um idioma estrangeiro.”

 

Vale lembrar que os níveis junior, pleno e sênior impactam diretamente na remuneração do profissional.

 

Não se prenda aos nomes

De acordo com os consultores de carreira, os profissionais não devem se prender a essas nomenclaturas. “O que é junior para uma empresa pode não ser para outra”, aponta Melissa. A especialista ressalta que a classificação vai depender do porte e da cultura empresariais. “Atenha-se ao que a empresa pede.”

 

O consultor Homero Reis concorda. “Não há um padrão para esse tipo de classificação no universo corporativo. A nomenclatura vale muito mais para descrever as competências, ou seja, as atitudes e habilidades que o profissional possui. Isto tem muito mais visibilidade no currículo do que uma designação.”

 

Segundo o consultor, o profissional só deve mencionar o nível no currículo se puder comprovar. “Se o indivíduo é filiado a um instituto que o credencia como profissional master, por exemplo, tudo bem. Agora, se ele não tem como comprovar o título, é melhor não citar.”

 

Entenda a diferença entre os níveis*

Nível

Tempo de experiência

Formação

Responsabilidades

Trainee

2 a 2 anos e meio

Recém-graduado

Tarefas de pequena ou média complexidade em área(s) específica(s). Elabora projetos (sob supervisão)

Junior (JR)

até 5 anos

Recém-graduado

Funções de procedimentos simples ou que não exigem profundo conhecimento em um ramo de atuação

Pleno (PL)

6 a 9 anos

Pós-graduado

Atividades específicas, que exigem profundo conhecimento. Toma decisões endossadas por um superior.

Sênior (SR)

a partir de 10 anos

Pós-graduado + Gestor

Toma decisões. Age de forma autônoma, com base no conhecimento e experiências adquiridos ao longo da carreira. Gere pessoas e projetos. 

Master

15 anos ou mais

Pós-graduado + Gestor + Certificações

Atua fora do processo de supervisão ou por demandas. Gere projetos / negócios. Possui autonomia plena.

*fontes: Homero Reis (Homero Reis e Consultores) e Melissa Campos (MCampos Consultoria).

 

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Especialistas em carreira apontam os três principais critérios na hora de procurar um curso de aprimoramento.

Por Rômulo Martins

Fonte: Empregos.com.br

Que o mercado globalizado e a expansão da economia brasileira requerem profissionais atualizados ou de olho nas tendências de sua área de atuação todos sabem. Mas o que muitos ainda não se deram conta é que fazer um curso atrás do outro pode não surtir o efeito desejado. Pior. Essa atitude pode acarretar em perda de tempo e dinheiro.

 

“A busca de qualificação não pode ser aleatória”, afirma Mariá Giuliese, diretora executiva da Lens & Minarelli. Para você fazer uma escolha assertiva, o Empregos.com.br conversou com Mariá; a psicóloga Jamile Ferraresso, coordenadora do departamento de carreiras da Veris Faculdades; e Alessandra Negreli, coordenadora de desenvolvimento organizacional da Luandre.

1. Descubra o que você quer
Uma escolha profissional correta depende necessariamente do autoconhecimento. Para Mariá, o indivíduo deve alinhar vocação e formação. “Antes de procurar um curso tenha clareza dos seus objetivos.”

A consultora ressalta que a escolha deve ainda estar atrelada à formação acadêmica do profissional. “Não decida por modismos, senão você estará produzindo uma colcha de retalhos. A cada momento o mercado precisa de algo diferente.”

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2. Descubra o que o mercado quer
No entanto, não adianta achar que você pode sobreviver em um cubo de vidro. Uma hora ele pode trincar. “É preciso ter visão de mercado”, diz Jamile Ferraresso.

Segundo a psicóloga, ao escolher um curso sem fazer esta análise, o profissional vai passar pela frustração de não poder praticar o conhecimento obtido em sala de aula. “Por isso, é importante certificar-se de que o curso irá contribuir em sua carreira.”

“O ideal é que o curso de atualização tenha alguma relação com a função que o profissional exerce ou deseja exercer”, reforça Alessandra Negreli. Ela ressalta que um curso dissociado da área de atuação pode dar a impressão de que o profissional não tem clareza dos seus objetivos.

3. Pesquise
É preciso conhecer a instituição que oferece o curso, corpo docente, conteúdo programático. Vale conversar com quem já realizou a atividade e, até mesmo, com o seu chefe e colegas de trabalho. “Não se prenda apenas ao nome da instituição”, aponta Jamile.

Mariá destaca que o profissional deve ainda averiguar se o curso contempla mais a parte teórica do que a prática e vice-versa. “Alinhe a sua escolha à sua expectativa e necessidade”, lembra.

Benefícios
Jamile afirma que a atualização constante é uma estratégia fundamental para manter a empregabilidade. “Proporciona conhecimento e troca de informações entre os profissionais.”

A principal importância da qualificação, no entanto, é a contribuição para o desenvolvimento e a carreira do profissional, sinaliza da psicóloga. “Possibilita a aplicação de novas ferramentas e o desenvolvimento de novos projetos na empresa. O profissional que se atualiza é sempre bem visto no mercado.”

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Ao poupar o assessorado de tarefas burocráticas e rotineiras, profissional ajuda a tornar a empresa mais rentável.

Por Rômulo Martins

Fonte: Empregos.com.br

 

A secretária executiva Silvia Mattar Simões Querolo, 34, tem a agenda lotada. Com experiência de 10 anos, ela assessora três diretores e quatro gestores (e suas respectivas equipes) na multinacional japonesa Yamaha. Na lista de tarefas da secretária incluem-se compra de passagens e materiais de escritório, reserva de hospedagens, acompanhamento de eventos e contratação do serviço, controle orçamentário dos setores por quais é responsável, dentre outras.

Há ainda atividades particulares de dois diretores de que está incumbida. “São serviços bancários, leitura de contratos, escola para os filhos”, diz Silvia. Para dar conta do recado e agilizar a rotina corrida dos executivos, a secretária conta com a organização e o dinamismo.

Otimizar o tempo do assessorado é hoje o principal objetivo do secretário e da secretária executivos. Segundo estudo publicado na Revista Harvard Business Review, o profissional da área deve tornar o executivo 8% mais produtivo para compensar o investimento em sua contratação. Ou seja, precisa poupar cerca de cinco horas em uma semana de trabalho de 60 horas.

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O executivo Eduardo Rosin, diretor de relações institucionais da Controlar, empresa especializada em inspeção ambiental de veículos em São Paulo, atesta que os profissionais de secretariado são fundamentais para dar agilidade às atividades do assessorado. “São eles que liberam o executivo para que tenham foco apenas nos negócios da empresa.”

Perfil
De acordo com Isabel Cristina Baptista, presidente do Sindicato das(os) Secretárias(os) do Estado de São Paulo (Sinsesp), o secretário e a secretária executivos devem ter foco no assessoramento, além de desenvolver habilidades comportamentais para lidar com diferentes públicos. “A todo o momento, é preciso gerenciar relacionamentos e informações.”

A secretária Silvia Querolo ressalta a necessidade do perfil multifuncional, a capacidade de diálogo com várias áreas da empresa, o conhecimento avançado em informática e o domínio do português e de línguas estrangeiras.

Dentre as funções do secretário e da secretária executivos, Isabel destaca o monitoramento da agenda do executivo, atendimento a clientes internos e externos, sistematização do fluxo de atividades, arquivamento de documentos, gestão da área secretarial e elaboração de comunicados em diversas línguas.

O salário inicial é de R$ 920 (nível médio) ou R$ 1,3 mil (nível superior). Mas os rendimentos podem chegar a R$ 13 mil mensais. Isabel explica que os valores dependem do porte da companhia, tempo de experiência e da formação. Segundo ela, profissionais formados em outros ramos podem requerer o registro de Secretariado. Para isso, devem comprovar a realização de cursos presenciais ou a distância na área.

Serviço:

  • COINS – Congresso Internacional de Secretariado
  • Período: 28 e 29 de outubro
  • Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel
  • Endereço: Avenida Nações Unidas, 12.559, Brooklin Novo, São Paulo
  • Inscrições e informações: http://www.coins.sinsesp.com.br/coins
  • Telefone: (11) 3662-0241
  • Realização: Sindicato das(os) Secretárias(os) do Estado de São Paulo

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Confira os principais fatores que determinam a realização profissional, de acordo com especialistas.

Por Rômulo Martins

Fonte: Empregos.com.br

 

emprego corretoSer feliz no trabalho é o desejo de todos, no entanto, privilégio de apenas metade dos brasileiros. Segundo pesquisa realizada pela Right Management, consultoria em gestão de carreira e talentos, 48% dos profissionais diz estar infeliz no trabalho. Os mais descontentes são os jovens na faixa dos 20 aos 30 anos.

 

De acordo com consultores de carreira o descontentamento no trabalho pode estar relacionado a escolhas erradas. Pode ainda estar ligado à dificuldade de casar objetivos pessoais com valores organizacionais.

 

Para ajudar você a encontrar o emprego certo consultamos Tais Targa, manager partner da TTarga Career Consulting e especialista em Entrevista do Empregos.com.br, e o consultor Fernando Montero da Costa, diretor de operações da Human Brasil. Confira as dicas.

 

1. Invista no autoconhecimento
A realização profissional não vem antes da pessoal. Saber o que motiva você, quais suas habilidades e pontos a ser desenvolvidos é imprescindível para o sucesso profissional. “É fundamental avaliar o que você busca em termos profissionais. É estabilidade financeira ou uma recompensa maior?”, questiona Tais.   

 

Tudo começa com a escolha adequada, diz o consultor Fernando Montero da Costa. “O profissional deve escolher uma carreira que combine com os gostos dele, que tenha a ver com suas aptidões.”

 

2. Avalie se o seu jeito e o da empresa combinam
Segundo a especialista Tais Targa, grande parte dos profissionais se equivoca com o status de determinadas companhias. “Às vezes o profissional faz parte do quadro de funcionários das Melhores Empresas para Trabalhar, mas tem o azar de ter um mau gestor.”

 

Tais afirma que o profissional deve pesquisar sobre a companhia para saber se a cultura dela é compatível com o valores pessoais. “Você prefere trabalhar em uma empresa competitiva ou de cultura amigável?”, pergunta a especialista.

 

3. Tenha um plano de carreira
Para dar certo uma carreira precisa ser bem planejada, considerando fatores externos, como a economia e as transformações do mercado de trabalho. Segundo Tais, o profissional deve avaliar ainda o que determinada experiência agrega ao seu currículo. “Muitas vezes a atividade não oferece ao profissional uma oportunidade melhor no futuro.”

 

4. Saiba administrar o “lado chato” do trabalho
Narizes tortos, chefes fracos, tarefas burocráticas. Por mais que você goste do que faz e que a empresa lhe proporcione crescimento pessoal e profissional não existe emprego perfeito. “Mas o ideal é que na maior parte do tempo o profissional se sinta realizado no trabalho”, afirma Fernando Montero, da Human Brasil. Segundo o consultor, pelo menos 70% das atividades devem satisfazer o profissional. “Os 30% restantes são tarefas ou situações inerentes a qualquer organização.”

 

Para Tais, circunstâncias não muito agradáveis devem ser encaradas como “laboratório”. “A maioria dos profissionais esbarra na parte relacional. É preciso aprender com a situação para sair fortalecido dela.”

 

5. Construa boas redes de relacionamento profissional
Grande parte das vagas de emprego não é divulgada no mercado. São postos preenchidos por meio do networking. O relacionamento construído nas mídias sociais também é importante. “As redes sociais têm tornado os processos seletivos e a busca por candidatos muito mais rápidos”, confirma Fernando. “Com certeza as redes tornam os profissionais mais visíveis e contribuem na busca do emprego ideal”, completa.

 

6. Conte com a sorte
Não pense que o recrutador vai entrar em contato com você sem o mínimo esforço e vontade de sua parte. Mas não podemos negar que alguns casos de sucesso ocorreram por acaso – se é que se pode chamar assim. “Diria que é 90% esforço e persistência e 10% sorte”, diz Fernando.

 

O fato é que algumas circunstâncias, continua o consultor, colaboram ou não para o êxito na busca do emprego dos sonhos. “Localidade, formação e nível social do profissional pesam, com certeza. Mas a internet minimiza um pouco isso”. Identificar-se com o trabalho, contudo, é – e sempre será – o principal fator de realização profissional, afirmam consultores.

 

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