23
Apr
Publicado em carreira, Marketing Pessoal por Catho Online |
“Orador é aquele que diz o que pensa e pensa no que diz.” Bryan
Um profissional está procurando emprego. Ele tem um ótimo currículo, curso superior, noções de idiomas, uma vasta experiência profissional. Com base nas informações do seu currículo, ele é chamado para uma entrevista. Sua maneira de se vestir está correta e ele tem uma boa aparência….
Esta não parece uma cena perfeita de chance de 100% de contratação?
Pois, acredite, se na hora de expor seus conhecimentos e falar sobre si mesmo ele não se desenvolver bem, todas as chances de obter sucesso e ser contratado vão por água abaixo… E tudo isso tem um nome: COMUNICAÇÃO.
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13
Apr
Publicado em Liderança, Marketing Pessoal por Rafael Cruz |
Ainda que a nossa sociedade tenha muito a conquistar para as mulheres, vivemos uma época de reconhecimento ao poder feminino e capacidade de trabalho e liderança.
Já somos a maioria nas escolas e universidades e crescemos rapidamente em número de cargos de chefia. Isso sem falar que nunca as características femininas foram tão valorizadas pelo mercado e isso traz muitas oportunidades!
Nem preciso dizer que o Brasil é governado, pela primeira vez na história, por uma mulher. Dilma Roussef é nossa presidenta e nunca ouvi uma piada sequer sobre o fato dela ser mulher. Um exemplo que devemos nos orgulhar e que mostra que realmente somos todos iguais e muito capazes de realizar – a sociedade brasileira assimilou essa realidade.
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6
Mar
Publicado em carreira, Marketing Pessoal por Catho Online |
Anteriormente exigida apenas para gestores, a competência de saber falar em público, seja em reuniões, apresentações ou palestras, vem sendo requisitada também por profissionais de outros níveis hierárquicos, como analistas e assistentes. As mudanças constantes no mundo dos negócios exigem um maior preparo por parte dos profissionais, inclusive no tocante à comunicação.
Nos dias de hoje, mesmo nas atividades ditas mais técnicas, as pessoas precisam compartilhar conhecimentos. Negociar, liderar e saber se expressar com clareza são competências cada vez mais exigidas para os profissionais, independente da área de atuação. “Por conta da concorrência, a pessoa deve ter empregabilidade e um dos fatores principais é saber se relacionar e se expressar em público. Hoje, qualquer que seja a atividade, é necessário que os indivíduos se relacionem, façam marketing pessoal, executem apresentações e participem de reuniões. A dinâmica do mercado atual imprime esta necessidade”, aponta Reinaldo Passadori, especialista em Comunicação Verbal e Diretor do Instituto Reinaldo Passadori.
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29
Nov
Publicado em Liderança, Marketing Pessoal por empregos |
Confira nove excessos cometidos pelos candidatos. E fuja deles!
Por Rômulo Martins
Fonte: Empregos.com.br
Você enche o seu currículo de informações sem nenhum critério acreditando assim atrair o recrutador? Saiba que dessa forma você está fadado a não ser chamado para entrevistas. Na hora de elaborar o seu documento profissional também vale a máxima de que quantidade não é qualidade. A recomendação é escrever informações sobre formação, experiências e resultados que possam agregar no seu currículo.

É válido lembrar ainda que objetividade é a maneira mais eficaz de prender o recrutador. Portanto, se você é aficionado pela escrita, não caia na tentação do rebuscamento. Já dizia o poeta Carlos Drummond de Andrade: “Escrever é cortar palavras.”
Com a ajuda de especialistas, o Empregos.com.br listou os principais excessos cometidos pelos candidatos no momento de montar o currículo. Livre-se deles.
1. Informar número de documentos
Mencionar número do RG, CPF ou outros documentos oficiais é uma “perda de tempo”, diz Renata Schmidt, diretora da Foco Talentos, empresa do Grupo Foco especializada no recrutamento e seleção de estagiários e trainees. “No primeiro momento o recrutador quer mesmo é bater o olho no resumo de suas qualificações.”
2. Pôr foto
Só envie a foto se a empresa pedir. Segundo Daniela Ribeiro, gerente da divisão de engenharia da Robert Half, empresa de recrutamento especializado, colocar a imagem no currículo sem ser solicitado pode soar negativo. “Alguns profissionais não têm muita noção e colocam uma foto que poderia ser postada no Facebook”, afirma ela. “A ausência da foto não muda em nada na avaliação do recrutador”, ressalta.
3. Preferir o cargo à área
No objetivo profissional entre citar o cargo e a área de atuação fique com a segunda alternativa. “Ao informar o cargo o candidato pode ser eliminado já que as nomenclaturas variam muito de empresa para empresa”, afirma Daniela Ribeiro. Exemplo: Vendas (varejo) e não Supervisor de Vendas.
4. Informar redes sociais
Ainda conforme Daniela, o profissional só deve informar o endereço de rede social se julgar a ferramenta adequada. “Recomendo o Linkedin, rede de relacionamento profissional em que é possível visualizar o resumo do currículo.” Na opinião da consultora, o candidato não deve mencionar as mídias sociais em que expõe mais a vida pessoal.
5. Cursos fora da área ou defasados
O profissional sabe que o recrutador valoriza a formação constante e vai “incrementando” o currículo com cursos realizados durante toda a trajetória sem nenhum critério. Se você faz isso, reveja agora o seu documento. “Um curso de culinária ou de vinhos só será interessante se o profissional trabalha na área gastronômica ou de nutrição”, aponta Renata Schmidt, da Foco Talentos.
6. Desequilíbrio entre formação e experiência
Não dê mais importância à formação acadêmica em detrimento da experiência e vice-versa. Segundo Daniela Ribeiro, da Robert Half, o currículo deve retratar com coerência a trajetória profissional. “Se você tem poucos anos de experiência não faz sentido ter um currículo com muitas páginas. Por outro lado, não corte informações importantes que possam te vender”, destaca a especialista.
7. Citar características comportamentais
Iniciativa, espírito de equipe e liderança, facilidade na comunicação, entre tantas outras habilidades são bastante valorizadas pelas companhias, mas não é para estampar no currículo. “Informe resultados obtidos em sua carreira”, sinaliza Renata.
Daniela destaca que os números são muito bem-vindos. “Se você não pode quantificar os resultados, cite alguma atividade em que fez a diferença.” A especialista lembra que competências comportamentais são checadas na entrevista.
8. Apelar para o social
Houve uma fase em que o profissional socialmente responsável tinha pontos com o recrutador. A onda, contudo, passou. A verdade é que nem todas as empresas estão interessadas em causas maiores, nem quer saber se você participa delas. “Às vezes a organização até valoriza esse tipo de ação, mas não está procurando profissionais com esse perfil”, diz Renata.
Para a diretora da Foco Talentos, a informação também pode ser mencionada durante a entrevista de emprego.
9. “Matar” a língua
Salvo alguns cargos ter pleno domínio da língua portuguesa não é exigência das empresas. Isso não quer dizer que você pode escrever o currículo como se estivesse teclando com um amigo no Messenger. Dependendo da falha você pode ser desclassificado. Conte com o corretor ortográfico e dicionário. Em caso de dúvidas, peça para alguém revisar seu currículo.
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Especialistas explicam que a classificação varia de empresa para empresa e é feita com base nos conhecimentos e experiências.
Por Rômulo Martins
Fonte: Empregos.com.br
“Contrata-se Vendedor Junior”. “Vagas para Analista de Marketing Pleno”. “Procura-se Consultor de Carreira Sênior”. Não raro essas expressões acompanham os anúncios de emprego nos jornais, na internet ou nas consultorias de recursos humanos. Muitas vezes aparecem encurtadas – JR, PL, SR. Afinal, o que elas significam? Você sabe em qual sigla se enquadra?
Segundo especialistas, as nomenclaturas têm a ver com a formação (ou competências), tipo e tempo de experiência profissional. “Quem está no início da carreira assume funções básicas. É enquadrado, portanto, no nível junior”, explica Melissa Campos, da MCampos Consultoria.

O coach Homero Reis, presidente da Homero Reis e Consultores, afirma que o nível profissional está atrelado às responsabilidades que o indivíduo tem ao assumir um cargo. “Antes essa definição era feita com base no conhecimento e tempo de experiência. Hoje a habilidade relacional ou comportamental é tão importante quanto os outros requisitos.”
Segundo a consultora Melissa Campos, o profissional pleno possui nível de maturidade para tomar algumas decisões, desde que endossadas por um superior. Já o sênior tem autonomia suficiente para responder por um projeto ou negócio.
Melissa explica a ligação entre formação e nível profissional. “Digamos que o junior precisa de uma graduação, o pleno de uma especialização e o sênior de duas ou mais especializações e fluência em um idioma estrangeiro.”
Vale lembrar que os níveis junior, pleno e sênior impactam diretamente na remuneração do profissional.
Não se prenda aos nomes
De acordo com os consultores de carreira, os profissionais não devem se prender a essas nomenclaturas. “O que é junior para uma empresa pode não ser para outra”, aponta Melissa. A especialista ressalta que a classificação vai depender do porte e da cultura empresariais. “Atenha-se ao que a empresa pede.”
O consultor Homero Reis concorda. “Não há um padrão para esse tipo de classificação no universo corporativo. A nomenclatura vale muito mais para descrever as competências, ou seja, as atitudes e habilidades que o profissional possui. Isto tem muito mais visibilidade no currículo do que uma designação.”
Segundo o consultor, o profissional só deve mencionar o nível no currículo se puder comprovar. “Se o indivíduo é filiado a um instituto que o credencia como profissional master, por exemplo, tudo bem. Agora, se ele não tem como comprovar o título, é melhor não citar.”
Entenda a diferença entre os níveis*
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Nível
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Tempo de experiência
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Formação
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Responsabilidades
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Trainee
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2 a 2 anos e meio
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Recém-graduado
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Tarefas de pequena ou média complexidade em área(s) específica(s). Elabora projetos (sob supervisão)
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Junior (JR)
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até 5 anos
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Recém-graduado
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Funções de procedimentos simples ou que não exigem profundo conhecimento em um ramo de atuação
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Pleno (PL)
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6 a 9 anos
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Pós-graduado
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Atividades específicas, que exigem profundo conhecimento. Toma decisões endossadas por um superior.
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Sênior (SR)
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a partir de 10 anos
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Pós-graduado + Gestor
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Toma decisões. Age de forma autônoma, com base no conhecimento e experiências adquiridos ao longo da carreira. Gere pessoas e projetos.
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Master
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15 anos ou mais
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Pós-graduado + Gestor + Certificações
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Atua fora do processo de supervisão ou por demandas. Gere projetos / negócios. Possui autonomia plena.
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*fontes: Homero Reis (Homero Reis e Consultores) e Melissa Campos (MCampos Consultoria).
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1
Nov
Publicado em Marketing Pessoal, Oportunidades por empregos |
Especialistas em carreira apontam os três principais critérios na hora de procurar um curso de aprimoramento.
Por Rômulo Martins
Fonte: Empregos.com.br
Que o mercado globalizado e a expansão da economia brasileira requerem profissionais atualizados ou de olho nas tendências de sua área de atuação todos sabem. Mas o que muitos ainda não se deram conta é que fazer um curso atrás do outro pode não surtir o efeito desejado. Pior. Essa atitude pode acarretar em perda de tempo e dinheiro.
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25
Oct
Publicado em Entrevistas, Liderança, Marketing Pessoal por empregos |
Saiba o que os recrutadores observam no candidato e qual roupa vestir nesta etapa do processo seletivo.
Fonte: Empregos.com.br
A fase da célebre dinâmica de grupo costuma gerar muitas dúvidas e temores nos candidatos. Umas das principais questões que os profissionais se fazem é o que, afinal, os recrutadores observam durante a realização das atividades.
Outra indecisão recorrente diz respeito ao traje a ser usado nesta fase do processo de seleção. O Empregos.com.br consultou a especialista Izabel Failde, autora de “Manual do facilitador para dinâmicas de grupo” (Papirus). Em vídeo, a consultora responde às dúvidas dos internautas.
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