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Para disputar um mercado avaliado pela BM&F Bovespa em cinco milhões de investidores potenciais, a Corretora Cruzeiro do Sul relança, hoje (1/9), o Portal Apregoa, muito mais interativo, com mais conteúdo e diversas novidades para os interessados em investir on line no mercado de capitais.

Dentre as novidades, estão um blog com informações elaboradas por especialistas, integrado ao Twitter, Facebook e Linkedin; a TV Apregoa, com vídeos de pré-abertura do mercado, que também pode ser acessada pelo YouTube e Vimeo; e plataforma mobile, uma ferramenta com conteúdo da BM&F Bovespa, diretamente no celular, que permite acompanhar em tempo real as cotações de compra e venda de ações.

Apregoa

 

Outro destaque do portal são os relatórios especialmente preparados por especialistas da Corretora. Marcia Dantas, que atua há mais de oito anos com estudos, análise e relatórios para o mercado de capitais, assina o Relatório Semanal, com os principais indicadores do período; o economista Jason Vieira responde pelo relatório de pré-mercado diário; e o também economista Alberto Furugem analisa o cenário econômico.

 

Diferenciais

O Apregoa também disponibiliza vários cursos, oferecidos por profissionais da Corretora Cruzeiro do Sul, que, no ano passado, ganhou o prêmio de melhor conferencista palestrante do FEA USP Jovens Investidores. Gratuitos, têm como temas introdução ao mercado de ações, operações estruturadas em bolsa, treinamento home broker 2.0 e tributação em renda variável.

 

A corretagem home broker do Apregoa é a que tem o melhor custo benefício do mercado. O envio por TED é gratuito e a corretora não cobra custódia do cliente. E oferece ainda um 0800 nas mesas de operações em São Paulo, no Rio de Janeiro e na Central de Atendimento, com ligações também gratuitas para quem precisar de informações.

 

O Apregoa já conquistou dois selos da BM&F Bovespa como destaque por sua qualidade – Retail Broker e Web Broker. 

 

Produtos

O Apregoa oferece vários produtos, como o Homebroker, que permite a compra e venda de ações na Bolsa de Valores em tempo real pela internet; o Desktop Broker que oferece gráficos com histórico de todos os ativos negociados e ferramentas avançadas de análise de mercado; Tesouro Direto, programa de compra de títulos públicos a pessoas físicas. O mais importante é que o Apregoa oferece ao investidor uma plataforma flexível, em que o cliente personaliza seu próprio portal com as informações que desejar.

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Então confira este evento gratuito online voltado a pessoas com interesse em iniciar  investimentos em bolsa de valores ou mesmo conhecer um pouco mais  sobre essa forma de investimento que cada vez mais ganha espaço no  Brasil.

Data: 02 de agosto | Horário: das 19h às 20h

Interessados enviar email para contato@grupoatenaef.com solicitando link para acesso a sala de conferência.

Esta notícia saiu hoje no jornal Valor Econômico, assinada pelo jornalista André Ferreira. Achei MUITO interessante e gostaria de compartilhar com vocês. Você concorda com a matéria?

 
Bolsa de Valores
 
Economicamente falando, começamos a viver um momento que traz algumas semelhanças com o pós-Segunda Guerra Mundial. Mas quero deixar claro que não desejo e nem posso comparar aqui prejuízos em infraestrutura e, principalmente, em vidas humanas. O que abordo é o cenário em que todos os países se reorganizaram após o fim das batalhas e, cessada a depressão, deram início a um grande ciclo de crescimento, que perdurou dos anos 50 aos anos 70, encerrado pela crise do petróleo.
 
 
É para uma situação assim que caminha o mundo hoje. A maioria dos países já sofreu as reformas econômicas necessárias para reinventar o ambiente interno. Outras poucas nações que ainda são focos de problema, como a Grécia, se veem impelidas a fazer o mesmo. E o que vem pela frente é uma nova ordem econômica global.
 
 
Dentro dessa nova ordem, algumas nações têm o caminho aberto para conseguir relevância maior, inclusive como protagonista, entre as forças econômicas do mundo, com os Bric à frente. Isso sem esquecer os Estados Unidos, com uma recuperação que ainda causa surpresas pela velocidade e que não serão relegados a um papel menor, ou até mesmo secundário, como chegaram a dizer alguns.
 
 
Complementar a essa situação, encontra-se um mercado – também em termos mundiais – um tanto adormecido, com investidores ainda em posição conservadora e esperando caminhos mais claros para investir.
 
 
O Brasil tem perspectivas bastante favoráveis, com um mercado (consumidor e investidor) interno robustecido, a exportação de commodities sendo elevada a grande e crescente patamar novamente e dois enormes eventos de repercussão mundial por vir – a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016.
 
 
Na história, somente dois países tiveram a oportunidade de sediar em sequência os dois maiores acontecimentos esportivos do globo – que, se devidamente realizados, trazem impactos altamente positivos na economia e sociedade de quem os abriga. Os dois em questão são: México (com os Jogos Olímpicos da Cidade do México, em 68, e a inesquecível Copa de 70) e Alemanha, que sediou as Olimpíadas de Munique, em 72, e a Copa de 74. Fizeram bom uso dessas oportunidades, consolidando estrutura e economia.
 
 
Há de se destacar também o prognóstico político de curto e médio prazos, em que não se vislumbram ameaças às instituições, contratos e democracia no Brasil.
 
 
Claro que há uma lição de casa a se fazer, a começar pela realização correta, transparente e pensada para o futuro desses megaeventos esportivos. Também precisam estar em pauta reformas fiscais, trabalhista, previdenciárias e políticas, tão necessárias e comentadas, mas sempre relegadas a um segundo plano por implicarem medidas impopulares para alguns setores.
 
 
Enumerados esses fatores, cabe dizer que é muito provável que, a partir de 2012, se tudo correr bem, o país experimente um ciclo de crescimento vigoroso, com duração de pelo menos uma década. Nesse período, o Brasil deve registrar uma média de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 5% ao ano – o que significa uma economia 60% maior no início dos anos 2020. As empresas trabalharão mais, lucrarão mais, gerarão mais empregos, aumentando ainda mais o mercado interno e consolidando o ciclo virtuoso.
 
 
E o que deve esperar o investidor? Confirmado esse cenário, o investidor verá a bolsa de valores brasileira, que neste ano ainda patina amarrada pela crise iniciada em 2008, refletir o crescimento do país.
 
 
Os setores mais propícios a aproveitar a boa desenvoltura econômica são de infraestrutura (uma análise um tanto fácil às vésperas de uma Copa e uma Olimpíada), os bancos, que serão responsáveis pelo financiamento de todo o crescimento – e lucrarão muito com isso – e as empresas de serviços, que acompanham o ritmo da economia.
 
 
Sempre tendo o médio e longo prazos como objetivo e o funcionamento da bolsa de valores em vista para não se apavorar com possíveis oscilações e sustos inerentes ao mercado de renda variável, comprar ações ditas conservadoras de esses setores e que paguem dividendos será um investimento imbatível nessa década de crescimento.
 
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Gostaria de compartilhar com vocês uma matéria do jornal Valor Econômico que considero fundamental aos investidores fundamentalistas:


Mercado de ações

 

Autor: Jorge Ricca
Data: 16/06/2010 

 

 

É comum ouvirmos que os pequenos investidores costumam aplicar seus recursos em renda variável nos momentos em que os mercados estão sobrevalorizados e resgatam suas aplicações nas baixas de mercado. A armadilha pode se transformar em perdas e descontentamento com o mercado acionário. A máxima está se distanciando cada vez mais da realidade, porque os pequenos investidores hoje estão mais amadurecidos e sabem esperar com mais sabedoria a maturação de suas estratégias de investimento.

 

No fim da década de 90, era comum observar o chamado "efeito manada". Isto é, em momentos de crise financeira acontecia um movimento de grande redução dos investimentos em ações por parte dos pequenos investidores, após forte queda das bolsas.

 

Tal atitude pode ser atribuída à inexistência de uma cultura em nosso país de investimento de longo prazo em ativos de risco, à falta de um maior conhecimento da dinâmica do mercado de ações e ao temor de perdas financeiras nas economias dos investidores de renda variável. Os mesmos acabavam resgatando suas aplicações nos momentos de ápice das crises que passaram a ocorrer em bases anuais entre o fim da década de 90 e o começo da década seguinte.

 

As perdas se materializavam e as chances de recuperação numa possível volta do mercado se tornavam remotas. Após o trauma, o retorno desses investidores ao mercado de renda variável demandava, invariavelmente, muito tempo.Nos últimos dez anos, a acentuada evolução tecnológica permitiu um aumento extraordinário do fluxo de informações entre os vários agentes do mercado e da economia, tornando mais claro e difundindo melhor os cenários macroeconômicos e os aspectos setoriais que, em última instância, afetam os resultados das empresas e o comportamento de suas ações.

 

A revolução no acesso às informações, numa segunda etapa, exigiu uma maior transparência por parte das empresas, trazendo de volta a confiança aos investidores. Além disso, melhores práticas de governança corporativa e uma atuação mais ativa dos órgãos reguladores proporcionaram uma maior disseminação do mercado acionário no Brasil.

 

A pergunta que fica é: como fazer com que o investidor menos informado reduza o risco de investir em ações diretamente ou via fundos mútuos, em momentos errados? Uma alternativa poderia ser a de adoção de uma estratégia de investimento periódico. Ou seja, efetuar aplicações sistemáticas direcionando parte de seus investimentos para ativos de renda variável propiciando maior disciplina ao investidor, minimizando o risco de influência das emoções no processo de investimento e evitando que coloque todos os seus "ovos numa mesma cesta e de uma vez só". Dessa forma, performances de curto prazo deixam de desvirtuar a sua filosofia de investimento que passaria a ser de longo prazo.

 

Vamos supor que um investidor aplicasse no Índice Ibovespa todo primeiro dia útil de cada mês entre janeiro de 2000 até dezembro de 2009. Dos 132 investimentos mensais, só em 2 situações estaria com resultado negativo acumulado no final do período, indicando que uma entrada realizada de uma vez só pode potencializar os riscos de resultados negativos no investimento.

 

No exemplo acima, a alocação periódica acabou amortecendo os movimentos bruscos de uma das maiores crises da história econômica mundial, ocorrida em 2008, porque a carteira já apresentava uma rentabilidade positiva em relação ao capital investido no momento da recessão, fazendo com que o investidor encarasse com mais naturalidade perdas de curto prazo.

 

O que pretendo mostrar é que, para aquele investidor que não tem tempo de acompanhar de perto o mercado acionário, o mais racional seria montar um cronograma mensal de aportes compatível com os recursos disponíveis para que possa obter resultados a longo prazo em bolsa sem se preocupar com oscilações de curto prazo que possam afetar as decisões de investimento, tornado-a emocional. Ou seja, o segredo é racionalidade, disciplina e parcimônia.

 

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 Copex simulador de ações de seleções da copa do mundo

 

Nesta semana o @cleitonsouza indicou um site bastante interessante. O Copex. Este site simula um mercado de ações das seleções que estão na Copa do Mundo. Achei a ideia super interessante e fui conferir. Nossa que divertido! Recomendo para aqueles que não entendem o mercado de ações mas que querem aprender e começar a investir. Abaixo seguem algumas caracterísitcas que pude observar neste simulador de ações:

 

Valorização das Ações
Assim como no mercado convencional, as ações das seleções sofrem oscilações em seu preço de mercado. Estas oscilações são controladas pela lei da oferta e da procura, ou seja, se tem muita gente QUERENDO COMPRAR ações da seleção brasileira, o seu preço tende a subir. Se tem muita gente QUERENDO VENDER ações da seleção de Gana, então o preço dela tende a descer.

 

Dividendos
Dividendos são os valores pagos por ação que você tenha, de acordo com o desempenho da empresa. Em grosso modo, se a empresa vai bem financeiramente, ela terá mais lucro E mais lucro significa mais distribuição de dividendos aos acionistas. O dividendo é calculado por ação. Então se você investe numa empresa que paga R$ 3 de dividendos por ação e tem 200 ações dela, você estará recebendo desta empresa a quantia de R$ 600.

 

No caso do COPEX, é o desempenho da seleção na Copa que irá definir o dividendo que você irá receber. Por exemplo, se hoje as ações do Brasil pagam 0,30 centavos cada e você tem ao todo 100 ações, então você está recebendo R$ 30 ao todo. Se o Brasil vencer a Coréia do Norte em seu jogo de abertura da Copa, os dividendos por ação irão aumentar. Digamos que passe para 0,38 centavos por ação. A partir deste momento você passa a receber R$ 38  pelas ações brasileiras. Como a Coreia de Norte perdeu, seus dividendos sofrerão 0% de rentabilização.

 

Prêmios
E as bonificações não param por ai. Existe rentabilidade em todas as fases da Copa. Quanto mais as seleções que você investe for avançando na Copa, mas dinheiro elas colocarão em sua caixa, podendo chegar ao máximo de D$ 100 (o campeão é o único que pode chegar a este valor) de bonus.

Todos esses valores são virtuais, ou seja, você não estará pagando pra comprar as ações. Lembre-se que se trata de uma simulação. No entanto a Link Trade (empresa que criou o simulador) premiará o primeiro e o segundo colocado do ranking desta bolsa de valores. O primeiro colocado ganhará R$ 10 mil em ações e o segundo ganhará R$ 5 mil.

 

Ótimo incentivo, não? Estou estou achando muito divertido e gostaria de te ver por lá também. Faça o seu cadastro grátis aqui e me procure pelo nick NERDRICO.

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