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Mulheres na Liderança



Ainda que a nossa sociedade tenha muito a conquistar para as mulheres, vivemos uma época de reconhecimento ao poder feminino e capacidade de trabalho e liderança.

Já somos a maioria nas escolas e universidades e crescemos rapidamente em número de cargos de chefia. Isso sem falar que nunca as características femininas foram tão valorizadas pelo mercado e isso traz muitas oportunidades!

Nem preciso dizer que o Brasil é governado, pela primeira vez na história, por uma mulher. Dilma Roussef é nossa presidenta e nunca ouvi uma piada sequer sobre o fato dela ser mulher. Um exemplo que devemos nos orgulhar e que mostra que realmente somos todos iguais e muito capazes de realizar – a sociedade brasileira assimilou essa realidade.

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MotivaçãoO retorno financeiro há tempos não é o fator que mais influencia na motivação de um profissional. O mercado de trabalho está cada vez mais dinâmico e fatores como desafios e o desenvolvimento na carreira impulsionam muito mais os indivíduos a alcançar resultados. A empresa tem responsabilidade direta neste processo motivacional quando falamos de visão de futuro da organização e objetivos dentro de uma trajetória profissional. A motivação está muito ligada aos anseios, desejos, sonhos e objetivos do profissional.

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Confira nove excessos cometidos pelos candidatos. E fuja deles!

Por Rômulo Martins
Fonte: Empregos.com.br

Você enche o seu currículo de informações sem nenhum critério acreditando assim atrair o recrutador? Saiba que dessa forma você está fadado a não ser chamado para entrevistas. Na hora de elaborar o seu documento profissional também vale a máxima de que quantidade não é qualidade. A recomendação é escrever informações sobre formação, experiências e resultados que possam agregar no seu currículo.



É válido lembrar ainda que objetividade é a maneira mais eficaz de prender o recrutador. Portanto, se você é aficionado pela escrita, não caia na tentação do rebuscamento. Já dizia o poeta Carlos Drummond de Andrade: “Escrever é cortar palavras.”

Com a ajuda de especialistas, o Empregos.com.br listou os principais excessos cometidos pelos candidatos no momento de montar o currículo. Livre-se deles.

1. Informar número de documentos
Mencionar número do RG, CPF ou outros documentos oficiais é uma “perda de tempo”, diz Renata Schmidt, diretora da Foco Talentos, empresa do Grupo Foco especializada no recrutamento e seleção de estagiários e trainees. “No primeiro momento o recrutador quer mesmo é bater o olho no resumo de suas qualificações.”

2. Pôr foto
Só envie a foto se a empresa pedir. Segundo Daniela Ribeiro, gerente da divisão de engenharia da Robert Half, empresa de recrutamento especializado, colocar a imagem no currículo sem ser solicitado pode soar negativo. “Alguns profissionais não têm muita noção e colocam uma foto que poderia ser postada no Facebook”, afirma ela. “A ausência da foto não muda em nada na avaliação do recrutador”, ressalta.

3. Preferir o cargo à área
No objetivo profissional entre citar o cargo e a área de atuação fique com a segunda alternativa. “Ao informar o cargo o candidato pode ser eliminado já que as nomenclaturas variam muito de empresa para empresa”, afirma Daniela Ribeiro. Exemplo: Vendas (varejo) e não Supervisor de Vendas.

4. Informar redes sociais
Ainda conforme Daniela, o profissional só deve informar o endereço de rede social se julgar a ferramenta adequada. “Recomendo o Linkedin, rede de relacionamento profissional em que é possível visualizar o resumo do currículo.” Na opinião da consultora, o candidato não deve mencionar as mídias sociais em que expõe mais a vida pessoal.

5. Cursos fora da área ou defasados
O profissional sabe que o recrutador valoriza a formação constante e vai “incrementando” o currículo com cursos realizados durante toda a trajetória sem nenhum critério. Se você faz isso, reveja agora o seu documento. “Um curso de culinária ou de vinhos só será interessante se o profissional trabalha na área gastronômica ou de nutrição”, aponta Renata Schmidt, da Foco Talentos.

6. Desequilíbrio entre formação e experiência
Não dê mais importância à formação acadêmica em detrimento da experiência e vice-versa. Segundo Daniela Ribeiro, da Robert Half, o currículo deve retratar com coerência a trajetória profissional. “Se você tem poucos anos de experiência não faz sentido ter um currículo com muitas páginas. Por outro lado, não corte informações importantes que possam te vender”, destaca a especialista.

7. Citar características comportamentais
Iniciativa, espírito de equipe e liderança, facilidade na comunicação, entre tantas outras habilidades são bastante valorizadas pelas companhias, mas não é para estampar no currículo. “Informe resultados obtidos em sua carreira”, sinaliza Renata.

Daniela destaca que os números são muito bem-vindos. “Se você não pode quantificar os resultados, cite alguma atividade em que fez a diferença.” A especialista lembra que competências comportamentais são checadas na entrevista.

8. Apelar para o social
Houve uma fase em que o profissional socialmente responsável tinha pontos com o recrutador. A onda, contudo, passou. A verdade é que nem todas as empresas estão interessadas em causas maiores, nem quer saber se você participa delas. “Às vezes a organização até valoriza esse tipo de ação, mas não está procurando profissionais com esse perfil”, diz Renata.

Para a diretora da Foco Talentos, a informação também pode ser mencionada durante a entrevista de emprego.

9. “Matar” a língua
Salvo alguns cargos ter pleno domínio da língua portuguesa não é exigência das empresas. Isso não quer dizer que você pode escrever o currículo como se estivesse teclando com um amigo no Messenger. Dependendo da falha você pode ser desclassificado. Conte com o corretor ortográfico e dicionário. Em caso de dúvidas, peça para alguém revisar seu currículo.

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Especialistas explicam que a classificação varia de empresa para empresa e é feita com base nos conhecimentos e experiências.

Por Rômulo Martins

Fonte: Empregos.com.br

 

“Contrata-se Vendedor Junior”. “Vagas para Analista de Marketing Pleno”. “Procura-se Consultor de Carreira Sênior”. Não raro essas expressões acompanham os anúncios de emprego nos jornais, na internet ou nas consultorias de recursos humanos. Muitas vezes aparecem encurtadas – JR, PL, SR. Afinal, o que elas significam? Você sabe em qual sigla se enquadra?

Segundo especialistas, as nomenclaturas têm a ver com a formação (ou competências), tipo e tempo de experiência profissional. “Quem está no início da carreira assume funções básicas. É enquadrado, portanto, no nível junior”, explica Melissa Campos, da MCampos Consultoria.

 

 

O coach Homero Reis, presidente da Homero Reis e Consultores, afirma que o nível profissional está atrelado às responsabilidades que o indivíduo tem ao assumir um cargo. “Antes essa definição era feita com base no conhecimento e tempo de experiência. Hoje a habilidade relacional ou comportamental é tão importante quanto os outros requisitos.”

 

Segundo a consultora Melissa Campos, o profissional pleno possui nível de maturidade para tomar algumas decisões, desde que endossadas por um superior. Já o sênior tem autonomia suficiente para responder por um projeto ou negócio.

 

Melissa explica a ligação entre formação e nível profissional. “Digamos que o junior precisa de uma graduação, o pleno de uma especialização e o sênior de duas ou mais especializações e fluência em um idioma estrangeiro.”

 

Vale lembrar que os níveis junior, pleno e sênior impactam diretamente na remuneração do profissional.

 

Não se prenda aos nomes

De acordo com os consultores de carreira, os profissionais não devem se prender a essas nomenclaturas. “O que é junior para uma empresa pode não ser para outra”, aponta Melissa. A especialista ressalta que a classificação vai depender do porte e da cultura empresariais. “Atenha-se ao que a empresa pede.”

 

O consultor Homero Reis concorda. “Não há um padrão para esse tipo de classificação no universo corporativo. A nomenclatura vale muito mais para descrever as competências, ou seja, as atitudes e habilidades que o profissional possui. Isto tem muito mais visibilidade no currículo do que uma designação.”

 

Segundo o consultor, o profissional só deve mencionar o nível no currículo se puder comprovar. “Se o indivíduo é filiado a um instituto que o credencia como profissional master, por exemplo, tudo bem. Agora, se ele não tem como comprovar o título, é melhor não citar.”

 

Entenda a diferença entre os níveis*

Nível

Tempo de experiência

Formação

Responsabilidades

Trainee

2 a 2 anos e meio

Recém-graduado

Tarefas de pequena ou média complexidade em área(s) específica(s). Elabora projetos (sob supervisão)

Junior (JR)

até 5 anos

Recém-graduado

Funções de procedimentos simples ou que não exigem profundo conhecimento em um ramo de atuação

Pleno (PL)

6 a 9 anos

Pós-graduado

Atividades específicas, que exigem profundo conhecimento. Toma decisões endossadas por um superior.

Sênior (SR)

a partir de 10 anos

Pós-graduado + Gestor

Toma decisões. Age de forma autônoma, com base no conhecimento e experiências adquiridos ao longo da carreira. Gere pessoas e projetos. 

Master

15 anos ou mais

Pós-graduado + Gestor + Certificações

Atua fora do processo de supervisão ou por demandas. Gere projetos / negócios. Possui autonomia plena.

*fontes: Homero Reis (Homero Reis e Consultores) e Melissa Campos (MCampos Consultoria).

 

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Saiba o que os recrutadores observam no candidato e qual roupa vestir nesta etapa do processo seletivo.

Fonte: Empregos.com.br

A fase da célebre dinâmica de grupo costuma gerar muitas dúvidas e temores nos candidatos. Umas das principais questões que os profissionais se fazem é o que, afinal, os recrutadores observam durante a realização das atividades.

Outra indecisão recorrente diz respeito ao traje a ser usado nesta fase do processo de seleção. O Empregos.com.br consultou a especialista Izabel Failde, autora de “Manual do facilitador para dinâmicas de grupo” (Papirus). Em vídeo, a consultora responde às dúvidas dos internautas.

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O que as Empresas querem dos Jovens



Segundo pesquisa recém-formados devem ter “personalidade”; o item ficou a frente de “competências” e “conhecimento”.

Por Rômulo Martins

O que as empresas querem dos Jovens.

Que o bom profissional precisa ter conhecimento técnico, estar alinhado às competências comportamentais valorizadas pelo mercado e antenado nas tecnologias e tendências na área de atuação você já sabe. Agora as empresas querem mais dos jovens recém-formados. É o que aponta uma pesquisa realizada em 20 países (incluindo o Brasil) pela consultoria alemã Trendence, publicada recentemente na revista Época.

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Recentemente o Fernando Augusto me apresentou seu mais novo produto, desenvolvido em parceria com a sua esposa, Pâmela Prior: Guia Sucesso Agora.
 
Fiquei interessado em conhecer o conteúdo deste Guia, então comprei a minha versão. Gostei bastante do que vi. Os ensinamentos contidos nele complementam as aulas do nosso Curso de Marketing Explosivo e podem servir de referência para você ao lidar com negócios e carreira.

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