Guardado na categoria Investimentos
5
Oct
Publicado em Investimentos, Mercado de Ações por Rafael Cruz |
Nota rápida:
As ações subiram 6,6% em setembro, após registrar pior desempenho do mês anterior. Dólar foi o destaque negativo do período, em queda de 3,6%.
Por Flavia Lima

O índice da Bolsa de Valores de São Paulo apresentou o melhor desempenho de setembro, em alta de 6,58% no período. Isso, após registrar o pior resultado de agosto, em queda de 3,51%. Se, em agosto, o desempenho ruim foi explicado pela performance das duas ações de maior peso no índice, também foram elas as responsáveis pela reversão do quadro em setembro. No mês, as ações ordinárias (com direito a voto) da Vale do Rio Doce subiram 11,56%, enquanto as ordinárias da Petrobras apresentaram valorização de 2,74%.
Na outra ponta, o dólar perdeu 3,64% no período – o pior resultado entre as aplicações. Entre os fundos, as carteiras de renda fixa (que investem em títulos públicos e privados) apresentaram rentabilidade entre 0,60% e 0,90% ao mês, assim como os fundos indexados ao Certificado de Depósito Interbancário (oCDI), com igual intervalo de rendimento.
22
Sep
Publicado em Investimentos, Mercado de Ações por Rafael Cruz |
Gastar ou investir? Forme uma reserva para seu futuro antes de ampliar seu consumo.
Uma das decisões mais importantes para qualquer investidor é também uma das mais comuns: o que fazer com os recursos financeiros disponíveis?

Ampliar o consumo, adquirindo novos bens ou serviços desejados, ou investir, com o objetivo de ampliar valores, assegurando uma reserva para uso futuro? Indiscutivelmente a decisão mais prudente é privilegiar a construção de uma reserva de recursos financeiros capaz de assegurar no futuro, notadamente no momento da aposentadoria, um adequado padrão de vida e consumo ao investidor. Ampliar gastos no presente, postergando uma acumulação de recursos capaz de assegurar maior tranqüilidade no futuro, satisfaz o desejo momentâneo de consumo.
Todavia, esta decisão dificulta o planejamento financeiro do investidor, pois além de reduzir o prazo para formação das reservas, implica riscos relacionados à redução de sua capacidade futura de poupar e remunerar seu capital. Enfim, quando se trata de investimento para utilização no longo prazo, começar a poupar cedo, postergando os gastos com, parece sempre a melhor decisão.
Por que investir em ações quando poupamos para o futuro: PIB em alta e juros em queda.
As razões para o investidor brasileiro destinar uma parcela importante de seus recursos para o mercado acionário são muitas. A expectativa favorável quanto ao desempenho futuro das empresas e da economia brasileira é uma condição importante e que favorece a valorização das ações – o crescimento de vendas e resultados contribui para a alta das cotações pelos investidores. Ao mesmo tempo, um cenário de crescimento da economia associado à manutenção das taxas de inflação cria condições para a redução dos juros – movimento que já vem ocorrendo ao longo dos últimos anos. Essa redução de juros diminui a remuneração das alternativas de renda fixa, favorecendo a migração de recursos para a renda variável (ações), o que acaba contribuindo para a valorização das ações na Bovespa. Dada a consistência deste cenário futuro positivo para o Brasil, é natural que os investidores não apenas direcionem, mas concentrem no mercado acionário, seus recursos destinados para a aposentadoria futura,. Acumular recursos através das ações, visando o retorno no longo prazo, é uma atitude comum em países que passaram por períodos de crescimento, e será uma realidade cada vez mais comum entre os investidores brasileiros.
Aposentadoria em ações: investir na “melhor hora”, ou poupar sempre que possível?
Aquele investidor que tem disciplina e controle sobre seus gastos, e que privilegia a formação de uma reserva futura de recursos financeiros para aposentadoria concentrada no mercado acionário, é seguidamente demandado a posicionar-se quanto a forma “mais adequada” de gerir seus recursos. Assim, deve o investidor poupar adquirindo ações sempre que possível, ou fazê-lo buscando a “melhor hora”, comprando e vendendo apenas nos momentos que julgar “mais adequados”? Considerando-se todas as variáveis que afetam o desempenho de curto prazo das ações, entendemos ser impossível detectar com sucesso a antecipação dos períodos de alta ou baixa das cotações. Assim, dada a impossibilidade de se obter êxito tentando acertar “os melhores momentos” para se vender as ações investidas, bem como de retornar ao mercado acionário, entendemos que o investimento contínuo em ações proporciona melhores resultados, somando-se ainda os benefícios da disciplina de investir periodicamente – ou de forma PROGRAMADA – que reduzem gastos e facilitam a acumulação.
Acompanhando seus investimentos: atenção para o retorno, composição e transparência.
Obter um retorno adequado para os investimentos em ações ao longo do tempo é fundamental para o sucesso do processo de acumulação de capital visando utilização futura, no longo prazo. Ao mesmo tempo, é preciso estar atento para a composição dos investimentos, evitando empresas com elevado risco operacional, que estejam inseridas em setores ou segmentos de maior risco, e que possam comprometer os resultado futuros das aplicações. Por conta disso, é indispensável exigir transparência e informações amplas do gestor dos recursos, suficientes para o adequado entendimento e compreensão da situação atual e das perspectivas existentes.
20
Sep
Publicado em Investimentos, Mercado de Ações por Rafael Cruz |
Modalidade é recomendada para aposentadoria
Fonte: Jornal Valor Econômico
23/08/2010
Com a perspectiva de queda dos juros no médio prazo e ganhos mais magros na renda fixa, os investimentos em ações devem ganhar cada vez mais força. Para o professor Mauro Calil, os clubes de são a ferramenta mais apropriada para quem deseja comprar ações para aposentadoria. "É possível formar um bom patrimônio no longo prazo com aplicações pequenas, como R$ 100 ou R$ 200 por mês", diz o especialista, que já ajudou a formar cerca de 30 clubes de ações.

Ao diluir as aplicações, lembra Calil, o investidor não perde muito nos momentos de baixa da bolsa e consegue aproveitar os vários ciclos de alta do mercado. "O clube é ótimo para acostumar o coração com os solavancos da bolsa", brinca.
É o caso do administrador de empresas Rodrigo Nascimento Werner. Amigo de Calil, ele formou um grupo de 11 amigos um clube de investimentos em maio de 2008, quando o Ibovespa, após o Brasil receber o grau de investimento, atingiu a pontuação recorde de 73.500. Logo em seguida, veio a crise financeira internacional, que derrubou os mercados mundo afora. "Mesmo com a recuperação da bolsa em 2009, a cota do clube ainda está abaixo do valor inicial", conta Werner.
Mas, apesar da montanha-russa do índice, ninguém abandonou o barco, já que todos estão aplicando para a aposentadoria, ressalta. "É como se fosse nossa previdência, e ninguém fica nervoso, olhando a bolsa todo dia".
Recentemente, a própria mulher de Werner pensou em aplicar cerca de R$ 30 mil obtidos com a venda de um carro no clube. Como ela planeja utilizar à parte do dinheiro a compra de outro automóvel daqui a um ano e meio, Werner desaconselhou a aplicação de todo o dinheiro no clube. "No fim, ela aplicou R$ 25 mil na renda fixa e apenas R$ 5 mil na bolsa", afirma ele. Hoje, o clube tem patrimônio de R$ 130 mil e carrega na carteira papéis como Petrobras, BM&FBovespa, Bradesco e Usiminas.
30
Aug
Publicado em Investimentos por Rafael Cruz |
Na próxima quinta-feira, a Geração Futuro fará um evento voltado especialmente para o público feminino. Um bate-papo sobre planejamento financeiro, investimentos e mercado de ações.
O despertar do mercado financeiro para as mulheres já aconteceu e não foi por acaso. As mulheres vivem mais, tem se qualificado cada vez melhor, já se destacam como chefes de família e no mercado de trabalho.


"De 2002 a 2010, a participação das mulheres na BM&FBovespa subiu de 15.030 para 136.065 novas investidoras" – Vera Batista, Correio Braziliense.
“Elas demoram mais para tomar decisões e estudam a fundo onde colocar o seu dinheiro e no longo prazo, essa abordagem cautelosa permite que elas ganhem mais dinheiro” – Sinara Polycarpo, superintendente de investimentos do banco Santander.
Acreditando no enorme potencial das mulheres brasileiras a Geração Futuro gostaria de convidá-la para participar do EVENTO MENINAS IRADAS no próximo dia 02 de Setembro.
Esta será mais uma oportunidade de um bate papo com dicas de investimentos, planejamento e independência financeira.
Marque a data na sua agenda e faça a inscrição enviando seus dados (nome completo, e-mail e telefone) para anna.campos@gerafuturo.com.br.
Caso tenham esposas, namoradas, amigas e, demais pessoas interessadas no assunto, divulguem esse evento, pois é totalmente gratuito.
2
Jun
Publicado em Investimentos, Mercado de Ações por Rafael Cruz |

Nesta semana o @cleitonsouza indicou um site bastante interessante. O Copex. Este site simula um mercado de ações das seleções que estão na Copa do Mundo. Achei a ideia super interessante e fui conferir. Nossa que divertido! Recomendo para aqueles que não entendem o mercado de ações mas que querem aprender e começar a investir. Abaixo seguem algumas caracterísitcas que pude observar neste simulador de ações:
Valorização das Ações
Assim como no mercado convencional, as ações das seleções sofrem oscilações em seu preço de mercado. Estas oscilações são controladas pela lei da oferta e da procura, ou seja, se tem muita gente QUERENDO COMPRAR ações da seleção brasileira, o seu preço tende a subir. Se tem muita gente QUERENDO VENDER ações da seleção de Gana, então o preço dela tende a descer.
Dividendos
Dividendos são os valores pagos por ação que você tenha, de acordo com o desempenho da empresa. Em grosso modo, se a empresa vai bem financeiramente, ela terá mais lucro E mais lucro significa mais distribuição de dividendos aos acionistas. O dividendo é calculado por ação. Então se você investe numa empresa que paga R$ 3 de dividendos por ação e tem 200 ações dela, você estará recebendo desta empresa a quantia de R$ 600.
No caso do COPEX, é o desempenho da seleção na Copa que irá definir o dividendo que você irá receber. Por exemplo, se hoje as ações do Brasil pagam 0,30 centavos cada e você tem ao todo 100 ações, então você está recebendo R$ 30 ao todo. Se o Brasil vencer a Coréia do Norte em seu jogo de abertura da Copa, os dividendos por ação irão aumentar. Digamos que passe para 0,38 centavos por ação. A partir deste momento você passa a receber R$ 38 pelas ações brasileiras. Como a Coreia de Norte perdeu, seus dividendos sofrerão 0% de rentabilização.
Prêmios
E as bonificações não param por ai. Existe rentabilidade em todas as fases da Copa. Quanto mais as seleções que você investe for avançando na Copa, mas dinheiro elas colocarão em sua caixa, podendo chegar ao máximo de D$ 100 (o campeão é o único que pode chegar a este valor) de bonus.
Todos esses valores são virtuais, ou seja, você não estará pagando pra comprar as ações. Lembre-se que se trata de uma simulação. No entanto a Link Trade (empresa que criou o simulador) premiará o primeiro e o segundo colocado do ranking desta bolsa de valores. O primeiro colocado ganhará R$ 10 mil em ações e o segundo ganhará R$ 5 mil.
Ótimo incentivo, não? Estou estou achando muito divertido e gostaria de te ver por lá também. Faça o seu cadastro grátis aqui e me procure pelo nick NERDRICO.