Guardado na categoria Finanças Pessoais

7 erros na dinâmica de grupo



Saiba quais são os principais fatores que prejudicam o candidato nesta fase do processo seletivo.

Por Rômulo Martins

Fonte: Empregos.com.br

 

7 erros na dinâmica de grupo

A dinâmica de grupo é a maneira mais eficaz de avaliar comportamentos e atitudes do candidato frente a circunstâncias às quais se está sujeito no ambiente corporativo, afirmam especialistas. Argumento forte o suficiente para que qualquer deslize prejudique o aspirante à vaga de emprego e, mais tarde, seja fator de eliminação no processo seletivo. Para você acertar, o Empregos.com.br listou sete situações que podem desclassificar o profissional durante esta etapa.

 

1. Candidato despreparado
Não é de bom tom participar de uma dinâmica sem ao menos pesquisar na internet informações sobre a empresa contratante. Da mesma maneira, desconhecer completamente a posição a que se candidatou ou não estar a par das etapas do processo (nos casos dos programas de estágio e trainee) pode demonstrar que você não está tão preocupado com a sua carreira.

 

“Grosso modo, isso acontece quando o candidato participa de 15, 20 programas ao mesmo tempo”, diz Gustavo Nascimento, gerente de relacionamento da Foco Talentos.

 

2. Dificuldade na comunicação
Falhas grosseiras no português estão na lista dos erros que mais eliminam o candidato na dinâmica de grupo. Outro fator de desclassificação é a dificuldade de verbalizar as ideias. Travar na apresentação pessoal pode, igualmente, ser um problema difícil de ser revertido.

 

“Alguns candidatos podem se sentir intimidados por aqueles que se supervalorizam. Mas é importante frisar que muitas posições pedem a habilidade da comunicação e o envolvimento com pessoas. A falta dessa competência, portanto, pode ser vista como incapacidade para ocupar um cargo”, afirma Mailara Germanowicz, consultora de recrutamento e seleção da Ricardo Xavier Recursos Humanos.

 

3. Supervalorização
Ao querer se sobressair muitos candidatos supervalorizam suas competências e experiências profissionais, mas o tiro acaba saindo pela culatra. Segundo Mailara, o profissional que finge um comportamento uma hora ou outra se torna vítima da própria armadilha. “Às vezes a preocupação em transmitir certa imagem é tão exacerbada que o candidato não consegue se concentrar nas atividades propostas pelo recrutador.”     

 

4. Falta de interação
Atividades que exigem trabalho em equipe são aplicadas para avaliar a interação do candidato em um grupo. O profissional que não participa da atividade (seja executando tarefas, seja expondo suas ideias ou sugestões) pode ser prejudicado caso a habilidade de trabalhar em equipe seja fundamental para o cargo disponível. “A reprovação está intimamente ligada à competência de que a empresa necessita”, explica Nascimento.

 

5. Timidez excessiva
Se você está concorrendo a uma vaga de emprego na área financeira, cuja posição exige foco e atenção na execução de tarefas e na qual o contato com pessoas será limitado, a competência da comunicação pode não ser um item relevante.

 

Agora, quem atua em áreas nas quais lidar com pessoas é primordial a habilidade comunicativa terá grande peso. “Cada vez mais as empresas observam o candidato conforme o perfil da vaga. Um profissional da área comercial que não tem a comunicação desenvolvida certamente será reprovado”, afirma Gustavo Nascimento.

 

6. Nervosismo
Não controlar o nervosismo durante a dinâmica de grupo pode revelar despreparo para ocupar a posição e, ainda, que você pouco se conhece. A dica é se planejar: busque informações sobre a empresa, revise o seu currículo, confira se a vaga realmente tem a ver com o seu perfil, alimente-se bem e vista-se de acordo para a ocasião.

 

“O selecionador entende que o processo seletivo é um momento de tensão. Mas quando há excessos que impedem o profissional de participar das atividades a avaliação é ruim”, diz Mailara Germanowicz.


7. Roupas inadequadas
Se você não quer errar vá de social. Não queira ousar demais, pois além de tirar a atenção do recrutador um traje inadequado pode atrapalhar sua performance durante a dinâmica. Mailara aconselha tomar cuidado com camisas muito justas. As mulheres, diz a consultora, devem usar o bom senso na hora de escolher os acessórios. 

 

Matérias relacionadas:







Profissão Contabilista



Em vídeo, especialista fala sobre o papel do profissional de finanças na conjuntura atual. Ele também dá dicas aos iniciantes.

Por Rômulo Martins

Fonte: Empregos.com.br

Especial Profissões - Contabilista

No próximo dia 22 de setembro é comemorado o Dia do Contabilista, profissional que atua na área financeira das empresas, chamado anteriormente de contador. Assim como o nome, o perfil do contabilista mudou no decorrer do tempo. Antes preocupado com o balanço financeiro das organizações, totalmente alienado em seu departamento, hoje o mercado de trabalho requer do profissional capacidade de diálogo com outras áreas, além de conhecimento ou domínio de línguas estrangeiras – especialmente o inglês e o espanhol.

 

“O contabilista não trabalha sozinho. É um trabalho de extrema atenção e minúcia em relação aos números da empresa que, todavia, não exime o profissional das parcerias e do relacionamento com outras áreas”, diz Alexandre Attauah, gerente responsável pela divisão de Finanças e Contabilidade da Robert Half, empresa de recrutamento especializado.

 

Assista ao video:

Mudar URL para vídeo do Empregos

Se interessou pela profissão? Faça uma busca de vagas!

 

Leia a entrevista:

O que faz o Contabilista
O Contabilista é o profissional responsável pelas questões do fechamento contábil, publicação de balanços, elaboração de demonstrativos financeiros. É a pessoa que vai atuar com os números, estejam relacionados ao ativo ou passivo da empresa, para que sejam feitas as projeções, orçamentos, budget…

 

Competências
O Contabilista não trabalha ou atua sozinho. Hoje, em qualquer universo corporativo, o relacionamento interpessoal, a boa comunicação são questões ligadas a todos os profissionais. O Contabilista é a pessoa que vai ter um trabalho de extrema atenção e minúcia em relação aos números, mas precisa fazer parcerias e relacionamento com outras áreas. Não é só trabalhar em cima de planilhas e cálculos.

 

Áreas de atuação
Empresas de pequeno, médio e grande portes empregam o Contabilista, afinal, todas elas necessitam das projeções, do controle do fluxo de caixa, do levantamento do que é ativo e passivo… a profissão está em alta.

 

Requisitos de atuação
É imprescindível a graduação em Contabilidade, para ter direito ao exercício da profissão e o certificado do registro do Contabilista ativo, permitindo a possibilidade e o direito de assinar o balanço de uma empresa. Com a grande leva de multinacionais, é demandada também a formação bilíngue… que o profissional tenha um bom domínio do idioma inglês e até mesmo do espanhol.

 

Mercado de trabalho
Grande parte das empresas estrangeiras está vindo para o Brasil ou investindo mais recursos aqui. As próprias empresas brasileiras estão se tornando internacionais. Para que o Contabilista tenha a oportunidade de começar como um “contador” ou analista contábil e possa galgar posições na empresa chegando a um controller ou a um diretor financeiro é importante estar dentro do que o mercado de trabalho espera dele.

 

A área contábil tem tido uma profissionalização cada vez maior. Conhecimento técnico é importante, mas pensar em outras linhas (aspectos comportamentais) também é relevante. No momento de mercado em alta ou em ascendência o bom profissional vai ter espaço… mas ele precisa agregar valor, não fazer somente o que é solicitado.

 

Primeiro emprego
Para uma primeira oportunidade, existem as empresas especializadas na busca de estagiário para as corporações. Até mesmo na universidade existem os painéis de oportunidade ou emprego. É importante o estudante estar atento a tudo o que é divulgado na faculdade, aos sites ou empresas que buscam estagiários e veicular o currículo de uma forma sadia, demonstrando o interesse em atuar na área de formação.

 

Salário
O salário inicial do Contabilista varia de R$ 1,5 mil a R$ 2 mil, a depender do porte da empresa, da proficiência do candidato em outra língua, evoluindo conforme o tempo de carreira. No nível de diretoria o salário pode chegar a R$ 30 mil, R$ 40 mil, a depender do porte da empresa, experiências e aperfeiçoamento técnico do profissional durante a sua trajetória.

 

Saiba mais sobre outras profissões:

 

 

Vagas de Empregowww.empregos.com.br

Se interessou pela profissão? Faça uma busca de vagas!









Especialista em orientação vocacional ensina como identificar a área mais adequada ao seu perfil.

Por Rômulo Martins

Fonte: Empregos.com.br

 

Poucos meses para o fim do ensino médio e aumenta a angústia dos jovens que precisam escolher a profissão. Os mais espertos adiam a decisão, mas não por muito tempo. A pressão dos pais os força a matricular-se em um curso técnico ou universitário que, em muitos casos, nada tem a ver com a missão pessoal do estudante.

 

“Muitos escolhem a profissão por influência da família e dos amigos”, disse Idamar Carpinelli, especialista em orientação vocacional, na Feira do Estudante realizada recentemente em São Paulo pelo Centro de Integração Empresa-Escola. Segundo a orientadora, fatores psicológicos e sociais também pesam na escolha da profissão.

 

“Alguns se perguntam: será que terei de estudar muito? Outros desistem de determinada profissão por falta de condições financeiras para investir no curso ou pela distância entre a instituição de ensino e sua casa.

 

” Segundo Idamar, o autoconhecimento é o primeiro passo para a tomada de decisão. “O jovem deve avaliar o que realmente gosta de fazer”, diz. “Deve ainda observar em quais atividades se destaca e o ambiente que gostaria de trabalhar.”

 

Feito isso, é preciso avaliar o mercado de trabalho, as vagas de emprego e se as oportunidades se encaixam ao seu perfil. Nada de fazer escolhas baseadas apenas no retorno financeiro ou porque a profissão dá status. “Para fazer a diferença é necessário gostar do que faz. O dinheiro é consequência”, avisa Idamar.

 

Empregabilidade

Passada a difícil fase da escolha da profissão o desafio é encarar a competitividade do mercado de trabalho. A orientadora vocacional Idamar Carpinelli ensina que o profissional deve investir constantemente nas competências técnicas e comportamentais. “Com a evolução tecnológica e as terceirizações houve uma redução em massa dos postos de trabalho. A competição aumentou. Muitos profissionais precisaram reavaliar a carreira.”

 

Segundo Idamar, buscar informações atuais relativas à carreira escolhida e saber vender as competências valorizadas pelo mercado são obrigações do profissional hoje.

 

Em alta

Idamar ressalta que o mercado está à procura de técnicos. Os eventos esportivos de nível mundial a serem realizados no Brasil – Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas Rio 2016 – demandam grande número de profissionais nas áreas de Engenharia Civil, Turismo e Hotelaria. Outro setor em destaque é o da indústria petrolífera e de gás, por conta da descoberta da camada pré-sal.

 

A área de Tecnologia da Informação também oferece grandes oportunidades, mas exige forte investimento em formação. Atividades voltadas ao público idoso, como a Gerontologia (profissional que estuda os fenômenos do envelhecimento humano), de acordo com consultores de carreira, tendem a crescer com o aumento da população idosa no Brasil.

 

Aproveite e saiba mais sobre algumas profissões:

• Operador de Call Center

• Engenheiro Civil

• Secretariado Executivo









Coach executiva dá dicas aos profissionais que desejam ampliar seus ganhos no trabalho.

Por Rômulo Martins

Fonte: www.empregos.com.br

Qual é a hora certa para pedir aumento de salário?

O universo corporativo conspira a favor daqueles que pleiteiam maiores rendimentos. É o que aponta uma pesquisa realizada pela consultoria norte-americana Grant Thornton. Segundo o levantamento 85% dos empresários brasileiros pretendem aumentar o salário dos seus colaboradores este ano.

 

Conforme Daniela do Lago, coach executiva e professora dos cursos de MBA da Fundação Getúlio Vargas, o profissional deve batalhar por ganhos mais altos. “Para isso é fundamental que você faça mais.”

 

 

Assista o vídeo sobre aumento de salário!

 

Fazer mais, explica Daniela, significa realizar além daquilo que foi acordado para você receber o salário atual. “Uma dica é responsabilizar-se por uma atividade que ninguém quer. Pode ser uma excelente oportunidade.” Quando os esforços começarem a dar frutos é o momento de conversar com o chefe.

 

Fatores a serem avaliados
Entretanto, antes de encarar o chefe para solicitar o tão esperado aumento salarial é necessário avaliar o humor dele e o clima na empresa. “Final de mês, geralmente período de entrega de metas, não é o momento adequado para a ocasião”, avisa a coach Daniela do Lago. A recomendação é marcar um horário em que o chefe está menos atarefado.

 

Outro aspecto a ser analisado é o faturamento da organização. “Se a empresa vai mal das pernas é preciso reavaliar o momento exato para pedir aumento”, diz Daniela. Ela ressalta que é necessário também prestar atenção na política de aumento de salário da organização. “Algumas empresas demoram seis, oito meses até um ano para conceder aumento.”

 

Cara a cara com o chefe
Segundo Daniela, o profissional deve ser objetivo ao pedir aumento salarial. Primeiramente, deve apresentar as atividades que realiza e os resultados alcançados. Com os argumentos em mãos é hora de pedir aumento. “O máximo que o seu chefe vai dizer é não.”

 

Nesse momento, afirma a coach, você deve partir para a negociação. A orientação é questionar o que ainda precisa ser feito e em quanto tempo para ter direito a rendimentos maiores. Daniela ressalta que caso o chefe se mostre inflexível – mesmo quando os resultados alcançados por você forem comprovados – a alternativa é “aquecer o currículo no mercado”.  

 

Matéria relacionada: Quer ganhar mais?







Currículo alinhado à Vaga



Dar destaque às experiências exigidas pela empresa facilita a seleção do CV e aumenta suas chances de ser chamado para a entrevista.

 

Por Rômulo Martins

Currículo alinhado á vaga

A triagem de currículos é a primeira etapa do processo de seleção. É a fase em que o recrutador tem de escolher dezenas de candidatos, dentre centenas de documentos recebidos. E esta escolha, muitas vezes, é feita em curto espaço de tempo.

 

Para despertar a atenção e convencer o selecionador a chamar você para uma entrevista de emprego ou participar das outras etapas do processo seletivo é preciso, portanto, saber o que ele quer e precisa. E, consequentemente, transferir as informações para o currículo. 

 

“O currículo deve ser adaptado para enfatizar que o profissional atende aos requisitos da vaga”, diz Tais Targa, manager partner da TTarga Consulting e especialista do site Empregos.com.br. Segundo a consultora, alinhar o documento aos requisitos da vaga facilita o trabalho do selecionador que, de cara, saberá para qual posição vai direcionar o CV.

 

“Se um dos requisitos, por exemplo, é experiência em contas a pagar e receber, o profissional deve dar maior destaque às atividades que executou nesta área”, explica.

 

Marcelo Braga, sócio da Search Consultoria em RH, concorda que o candidato deve destacar determinados aspectos do currículo para obter mais chances de ser chamado para uma entrevista. Ele pondera, no entanto, que o documento deve refletir fielmente o histórico profissional do aspirante ao cargo.

 

“O candidato jamais deve forjar o currículo para mostrar que é a pessoa adequada para ocupar a vaga,” adverte Braga. Conforme Tais, é desnecessário responder a anúncios de emprego sem preencher os requisitos exigidos. “Agindo assim, o candidato apenas gera ‘spam’ e lota a caixa postal alheia. É de bom tom responder aos anúncios em que você preenche ao menos 70% dos requisitos.”

 

Foco
A consultora Tais Targa recomenda ainda utilizar a nomenclatura exata no objetivo profissional ao responder a um anúncio. Nos casos em que o envio do currículo não diz respeito a um anúncio específico a orientação é usar palavras-chave e correlatas. Exemplo: Atuar na área Comercial/Vendas/Marketing.

 

Marcelo Braga aconselha também informar apenas os cursos relevantes para a sua carreira. “Não encha o currículo de cursos ou viagens realizadas por razões pessoais.” Segundo ele, o documento deve ser objetivo e sucinto, com no máximo duas páginas, e precisa refletir as experiências e resultados alcançados pelo profissional ao longo de sua trajetória.







Páginas: 1 2 3 4 Próxima
 
 

É Útil para Você?

Sobre Nós

Renda Dinheiro é um site criado em novembro de 2009 com o intuito de trazer informações e oportunidades sobre investimentos, controle financeiro e dicas de negócios.