
Qualquer um que siga sua fórmula para o sucesso vai perceber que o maior ativo que vai adquirir não será dinheiro, mas o conhecimento definitivo de que um impulso intangível de pensamento pode ser transmutado em sua contrapartida física por meio da aplicação de princípios conhecidos.
A física newtoniana clássica baseia-se na observação do mundo a nossa volta. Ela é responsável por um grande trabalho ao medir e prever o comportamento do que nós percebemos por meio de nossos sentidos, como a queda de uma maçã ou a órbita dos planetas. Depois de decifrarem como as "grandes coisas" funcionam, ao fim do século xix, os físicos voltaram suas atenções para as pequenas. E o que constataram é que a física newtoniana não funcionava no nível subatômico. Parecia haver dois grupos de leis que governavam o Universo.
No nível subatômico – em que a matéria é subdividida em suas menores partes -, descobriu-se que uma mesma partícula poderia estar em dois lugares ao mesmo tempo. Aquela partícula poderia aparentar ser mesmo uma partícula ou uma onda, dependendo do que o cientista procurasse, o que nos leva pensamentos, fazemos nosso mundo." à mais enervante de todas as implicações quânticas: o próprio ato da observação altera o que está sendo observado. E, para completar, se alguma coisa fosse feita à partícula A, a partícula B responderia instantaneamente – mesmo se as duas estivessem separadas por enormes distâncias.
Isso realmente incomodou Einstein porque implicava no fato de que a comunicação entre as partículas acontecia mais rápido do que a velocidade da luz, e, de acordo com sua teoria da relatividade, isso era impossível. David Bohm, um dos mais respeitados físicos quânticos do mundo e protegido de Einstein, sugeriu uma explicação radical que vem sendo sustentada por muitos: as partículas não estavam se comunicando. Diferentemente disso, elas estavam conectadas num nível ainda mais profundo – e tudo está interconectado. A informação de um está contida em todos, e, em última instância, o Universo é holográfico por natureza.
Da mesma forma que no "Holodeck" do filme Jornada nas estrelas: a próxima geração, em que o capitão Picard escolhe andar na praia ou pilotar um helicóptero, nós também "escolhemos" uma experiência, com base em nossos pensamentos dominantes.
Mas isso não é ficção científica. Dr. Miceal Ledwith, filósofo e teólogo, diz que pontos de vista científicos modernos, como a Teoria-M ou a Teoria das Cordas, que estão tentando alcançar a essência da realidade, mostram que
a realidade não é sólida, e sim é, em sua maior parte, espaço vazio — e qualquer solidez que existir parece se assemelhar mais a uma imagem holográfica do que a realidade concreta como a concebemos. E uma realidade tremeluzente, que parece ser muito suscetível ao poder do pensamento.
A física quântica vem nos permitindo ver, pela primeira vez, que nossos impulsos de pensamento intangíveis estão, de alguma forma, transmutan-do-se em suas contrapartidas físicas.
Este artigo é um resumo de capítulo homônimo do livro "Quem Pensa Enriqueçe (Think and Grow Rich)" de Napoleon Hill, que pode ser encontrado aqui. Existe também uma versão resumida e comentada deste livro escrito por Karen Mccreadie, que pode ser encontrado aqui.
Leia a parte 1 deste artigo aqui.





Monica Banderas
em January 6 2010
Rafael, parabéns pelo seu site.
A sua atitude é louvável. Fazer com que as pessoas tenham a oportunidade de conhecer muito mais sobre suas vidas de forma inteligente e consciente é um ato de amor ao próximo.
Seja cada vez mais, Sucesso.
Um grande abraço,
Mônica.
Rafael Cruz
em January 6 2010
Muito obrigado pelo reconhecimento, Mônica. Procuramos fazer o melhor que podemos, né?
Abraço