Mais moderna e dinâmica nova plataforma facilita a vida tanto de quem procura o profissional certo quanto de quem precisa de uma recolocação.

O Empregos.com.br, um dos maiores sites de recrutamento online, acaba de modernizar sua plataforma. A empresa que está no mercado desde 1998 investiu em tecnologia para melhorar a ponte entre empregado e empregador. Através de buscas dinâmicas por área, salário, local e habilidades, o currículo de quem procura por uma recolocação estará mais visível para as empresas. Os candidatos que se cadastrarem no site poderão gerenciar tudo num só lugar e conferir as estatísticas de visualização. Outra novidade é o agente de vagas, um sistema que vasculha o site e envia para o e-mail dos clientes as oportunidades que mais se adéquam ao seu perfil. Basta ativar os filtros adequadamente e pronto, todos os dias sua caixa estará cheia de novas vagas de emprego.

 

 

“Desenvolvemos ferramentas de análise sobre os currículos dos nossos usuários. Assim iremos orientá-lo e posicioná-lo através de dados estatísticos, sobre como as empresas estão avaliando o perfil dele e até mesmo o que podem fazer para alcançar a oportunidade desejada”, diz Marcelo Augusto, gerente de marketing do site.

Para quem procura pelo profissional certo, o novo site também apresenta novidades. As empresas podem anunciar sem limites e gerenciar o recebimento de currículos usando a caixa postal do site ou seu e-mail. Na “área do recrutador” é possível acompanhar estatísticas, salvar currículos, fazer anotações, criar filtros e gerenciar as vagas e fazer busca de currículos grátis. “Nosso conceito é a empregabilidade, ou seja, muito mais do que apresentarmos anúncios de vagas e currículos, estamos sempre desenvolvendo mecanismos para orientar e aproximar o candidato da empresa contratante. Todos os serviços voltados para as empresas são gratuitos”, diz Augusto.

O Empregos.com.br também prepara novidades para o site “Carreiras”, o portal de notícias do mundo corporativo. Um novo site, mais dinâmico e com mais conteúdo será lançado no primeiro semestre de 2012. Candidatos e empresas poderão ler notícias sobre o mundo coorporativo, receber dicas de recolocação e acompanhar as novidades no mundo dos Recursos Humanos. “Nossa meta será melhorar dia-a-dia o índice de contratação de candidatos. Já estamos desenvolvendo ferramentas que certamente serão de grande utilidade para os candidatos e as empresas em 2012”, finaliza Augusto.









Confira nove excessos cometidos pelos candidatos. E fuja deles!

Por Rômulo Martins
Fonte: Empregos.com.br

Você enche o seu currículo de informações sem nenhum critério acreditando assim atrair o recrutador? Saiba que dessa forma você está fadado a não ser chamado para entrevistas. Na hora de elaborar o seu documento profissional também vale a máxima de que quantidade não é qualidade. A recomendação é escrever informações sobre formação, experiências e resultados que possam agregar no seu currículo.



É válido lembrar ainda que objetividade é a maneira mais eficaz de prender o recrutador. Portanto, se você é aficionado pela escrita, não caia na tentação do rebuscamento. Já dizia o poeta Carlos Drummond de Andrade: “Escrever é cortar palavras.”

Com a ajuda de especialistas, o Empregos.com.br listou os principais excessos cometidos pelos candidatos no momento de montar o currículo. Livre-se deles.

1. Informar número de documentos
Mencionar número do RG, CPF ou outros documentos oficiais é uma “perda de tempo”, diz Renata Schmidt, diretora da Foco Talentos, empresa do Grupo Foco especializada no recrutamento e seleção de estagiários e trainees. “No primeiro momento o recrutador quer mesmo é bater o olho no resumo de suas qualificações.”

2. Pôr foto
Só envie a foto se a empresa pedir. Segundo Daniela Ribeiro, gerente da divisão de engenharia da Robert Half, empresa de recrutamento especializado, colocar a imagem no currículo sem ser solicitado pode soar negativo. “Alguns profissionais não têm muita noção e colocam uma foto que poderia ser postada no Facebook”, afirma ela. “A ausência da foto não muda em nada na avaliação do recrutador”, ressalta.

3. Preferir o cargo à área
No objetivo profissional entre citar o cargo e a área de atuação fique com a segunda alternativa. “Ao informar o cargo o candidato pode ser eliminado já que as nomenclaturas variam muito de empresa para empresa”, afirma Daniela Ribeiro. Exemplo: Vendas (varejo) e não Supervisor de Vendas.

4. Informar redes sociais
Ainda conforme Daniela, o profissional só deve informar o endereço de rede social se julgar a ferramenta adequada. “Recomendo o Linkedin, rede de relacionamento profissional em que é possível visualizar o resumo do currículo.” Na opinião da consultora, o candidato não deve mencionar as mídias sociais em que expõe mais a vida pessoal.

5. Cursos fora da área ou defasados
O profissional sabe que o recrutador valoriza a formação constante e vai “incrementando” o currículo com cursos realizados durante toda a trajetória sem nenhum critério. Se você faz isso, reveja agora o seu documento. “Um curso de culinária ou de vinhos só será interessante se o profissional trabalha na área gastronômica ou de nutrição”, aponta Renata Schmidt, da Foco Talentos.

6. Desequilíbrio entre formação e experiência
Não dê mais importância à formação acadêmica em detrimento da experiência e vice-versa. Segundo Daniela Ribeiro, da Robert Half, o currículo deve retratar com coerência a trajetória profissional. “Se você tem poucos anos de experiência não faz sentido ter um currículo com muitas páginas. Por outro lado, não corte informações importantes que possam te vender”, destaca a especialista.

7. Citar características comportamentais
Iniciativa, espírito de equipe e liderança, facilidade na comunicação, entre tantas outras habilidades são bastante valorizadas pelas companhias, mas não é para estampar no currículo. “Informe resultados obtidos em sua carreira”, sinaliza Renata.

Daniela destaca que os números são muito bem-vindos. “Se você não pode quantificar os resultados, cite alguma atividade em que fez a diferença.” A especialista lembra que competências comportamentais são checadas na entrevista.

8. Apelar para o social
Houve uma fase em que o profissional socialmente responsável tinha pontos com o recrutador. A onda, contudo, passou. A verdade é que nem todas as empresas estão interessadas em causas maiores, nem quer saber se você participa delas. “Às vezes a organização até valoriza esse tipo de ação, mas não está procurando profissionais com esse perfil”, diz Renata.

Para a diretora da Foco Talentos, a informação também pode ser mencionada durante a entrevista de emprego.

9. “Matar” a língua
Salvo alguns cargos ter pleno domínio da língua portuguesa não é exigência das empresas. Isso não quer dizer que você pode escrever o currículo como se estivesse teclando com um amigo no Messenger. Dependendo da falha você pode ser desclassificado. Conte com o corretor ortográfico e dicionário. Em caso de dúvidas, peça para alguém revisar seu currículo.

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Especialistas explicam que a classificação varia de empresa para empresa e é feita com base nos conhecimentos e experiências.

Por Rômulo Martins

Fonte: Empregos.com.br

 

“Contrata-se Vendedor Junior”. “Vagas para Analista de Marketing Pleno”. “Procura-se Consultor de Carreira Sênior”. Não raro essas expressões acompanham os anúncios de emprego nos jornais, na internet ou nas consultorias de recursos humanos. Muitas vezes aparecem encurtadas – JR, PL, SR. Afinal, o que elas significam? Você sabe em qual sigla se enquadra?

Segundo especialistas, as nomenclaturas têm a ver com a formação (ou competências), tipo e tempo de experiência profissional. “Quem está no início da carreira assume funções básicas. É enquadrado, portanto, no nível junior”, explica Melissa Campos, da MCampos Consultoria.

 

 

O coach Homero Reis, presidente da Homero Reis e Consultores, afirma que o nível profissional está atrelado às responsabilidades que o indivíduo tem ao assumir um cargo. “Antes essa definição era feita com base no conhecimento e tempo de experiência. Hoje a habilidade relacional ou comportamental é tão importante quanto os outros requisitos.”

 

Segundo a consultora Melissa Campos, o profissional pleno possui nível de maturidade para tomar algumas decisões, desde que endossadas por um superior. Já o sênior tem autonomia suficiente para responder por um projeto ou negócio.

 

Melissa explica a ligação entre formação e nível profissional. “Digamos que o junior precisa de uma graduação, o pleno de uma especialização e o sênior de duas ou mais especializações e fluência em um idioma estrangeiro.”

 

Vale lembrar que os níveis junior, pleno e sênior impactam diretamente na remuneração do profissional.

 

Não se prenda aos nomes

De acordo com os consultores de carreira, os profissionais não devem se prender a essas nomenclaturas. “O que é junior para uma empresa pode não ser para outra”, aponta Melissa. A especialista ressalta que a classificação vai depender do porte e da cultura empresariais. “Atenha-se ao que a empresa pede.”

 

O consultor Homero Reis concorda. “Não há um padrão para esse tipo de classificação no universo corporativo. A nomenclatura vale muito mais para descrever as competências, ou seja, as atitudes e habilidades que o profissional possui. Isto tem muito mais visibilidade no currículo do que uma designação.”

 

Segundo o consultor, o profissional só deve mencionar o nível no currículo se puder comprovar. “Se o indivíduo é filiado a um instituto que o credencia como profissional master, por exemplo, tudo bem. Agora, se ele não tem como comprovar o título, é melhor não citar.”

 

Entenda a diferença entre os níveis*

Nível

Tempo de experiência

Formação

Responsabilidades

Trainee

2 a 2 anos e meio

Recém-graduado

Tarefas de pequena ou média complexidade em área(s) específica(s). Elabora projetos (sob supervisão)

Junior (JR)

até 5 anos

Recém-graduado

Funções de procedimentos simples ou que não exigem profundo conhecimento em um ramo de atuação

Pleno (PL)

6 a 9 anos

Pós-graduado

Atividades específicas, que exigem profundo conhecimento. Toma decisões endossadas por um superior.

Sênior (SR)

a partir de 10 anos

Pós-graduado + Gestor

Toma decisões. Age de forma autônoma, com base no conhecimento e experiências adquiridos ao longo da carreira. Gere pessoas e projetos. 

Master

15 anos ou mais

Pós-graduado + Gestor + Certificações

Atua fora do processo de supervisão ou por demandas. Gere projetos / negócios. Possui autonomia plena.

*fontes: Homero Reis (Homero Reis e Consultores) e Melissa Campos (MCampos Consultoria).

 

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Especialistas em carreira apontam os três principais critérios na hora de procurar um curso de aprimoramento.

Por Rômulo Martins

Fonte: Empregos.com.br

Que o mercado globalizado e a expansão da economia brasileira requerem profissionais atualizados ou de olho nas tendências de sua área de atuação todos sabem. Mas o que muitos ainda não se deram conta é que fazer um curso atrás do outro pode não surtir o efeito desejado. Pior. Essa atitude pode acarretar em perda de tempo e dinheiro.

 

“A busca de qualificação não pode ser aleatória”, afirma Mariá Giuliese, diretora executiva da Lens & Minarelli. Para você fazer uma escolha assertiva, o Empregos.com.br conversou com Mariá; a psicóloga Jamile Ferraresso, coordenadora do departamento de carreiras da Veris Faculdades; e Alessandra Negreli, coordenadora de desenvolvimento organizacional da Luandre.

1. Descubra o que você quer
Uma escolha profissional correta depende necessariamente do autoconhecimento. Para Mariá, o indivíduo deve alinhar vocação e formação. “Antes de procurar um curso tenha clareza dos seus objetivos.”

A consultora ressalta que a escolha deve ainda estar atrelada à formação acadêmica do profissional. “Não decida por modismos, senão você estará produzindo uma colcha de retalhos. A cada momento o mercado precisa de algo diferente.”

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2. Descubra o que o mercado quer
No entanto, não adianta achar que você pode sobreviver em um cubo de vidro. Uma hora ele pode trincar. “É preciso ter visão de mercado”, diz Jamile Ferraresso.

Segundo a psicóloga, ao escolher um curso sem fazer esta análise, o profissional vai passar pela frustração de não poder praticar o conhecimento obtido em sala de aula. “Por isso, é importante certificar-se de que o curso irá contribuir em sua carreira.”

“O ideal é que o curso de atualização tenha alguma relação com a função que o profissional exerce ou deseja exercer”, reforça Alessandra Negreli. Ela ressalta que um curso dissociado da área de atuação pode dar a impressão de que o profissional não tem clareza dos seus objetivos.

3. Pesquise
É preciso conhecer a instituição que oferece o curso, corpo docente, conteúdo programático. Vale conversar com quem já realizou a atividade e, até mesmo, com o seu chefe e colegas de trabalho. “Não se prenda apenas ao nome da instituição”, aponta Jamile.

Mariá destaca que o profissional deve ainda averiguar se o curso contempla mais a parte teórica do que a prática e vice-versa. “Alinhe a sua escolha à sua expectativa e necessidade”, lembra.

Benefícios
Jamile afirma que a atualização constante é uma estratégia fundamental para manter a empregabilidade. “Proporciona conhecimento e troca de informações entre os profissionais.”

A principal importância da qualificação, no entanto, é a contribuição para o desenvolvimento e a carreira do profissional, sinaliza da psicóloga. “Possibilita a aplicação de novas ferramentas e o desenvolvimento de novos projetos na empresa. O profissional que se atualiza é sempre bem visto no mercado.”

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